A cúpula da CBF tem um pensamento definido sobre os erros de arbitragem do Campeonato Brasileiro. A decisão é de manter Sérgio Correa e os responsáveis pelas escalas e afastar os árbitros que cometem erros graves: “A comissão de arbitragem não apita. Os árbitros que cometeram erros foram afastados'', é a frase que se ouve nos corredores da sede da confederação.
Desde o início do campeonato, o caso mais claro de afastamento de árbitro foi de Felipe Gomes da Silva, que deu cartão vermelho ao atacante Geuvânio, do Santos, punindo-o por ter retornado do atendimento médico sem autorização. As imagens da TV, no entanto, mostraram o árbitro sinalizando para Geuvânio retornar ao campo.
Árbitros como Leandro Vuaden, acusado de não dar pênalti a favor do São Paulo, contra o Corinthians, no final do clássico Majestoso, em agosto, ou Luiz Flávio de Oliveira, que marcou pênalti a favor do Corinthians contra o Sport, não foram afastados das escalas. Talvez porque a comissão de arbitragem julgou que os lances eram polêmicos, mas as marcações corretas.
Na quarta-feira à noite, o presidente do Fluminense, Peter Siemsem, declarou pelo twitter que é preciso mudar a comissão de arbitragem por causa do erro grosseiro do assistente Fábio Pereira, que marcou impedimento inexistente de Cícero em jogada de gol que empataria em 1 x 1 o jogo contra o Corinthians.
Siemsem está correto na reclamação sobre a jogada de quarta-feira. Mas vale a lembrança. Em 2012, ano do último título brasileiro do Fluminense, o Uol reproduziu matéria do site Placar Real que apontava o Fluminense como o maior beneficiário dos erros de arbitragem daquele ano. Sem os erros de arbitragem, de acordo com aquele site, naquela época, o Flu terminaria o Campeonato Brasileiro em terceiro lugar.
Este blogueiro NÃO CONCORDA com a avaliação de que o Fluminense ganhou o título de 2012 por causa dos erros de arbitragem. O Fluminense venceu porque foi o melhor time daquele ano. Mas vale a lembrança, porque pau que dá em Chico também dá em Francisco.
A posição deste blogueiro é que os erros de arbitragem são erros, apenas. Os árbitros devem ser punidos e a CBF deveria ter uma entrevista coletiva semanal para falar sobre os lances polêmicos. Com transparência, dizer quem julga que acertou na arbitragem, quem julga que errou, quem foi afastado e quem merece outra chance. Assim, seria mais claro entender quais os critérios adotados e entender que o campeonato tem lisura.
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Na quarta-feira à noite, o presidente do Fluminense, Peter Siemsem, declarou pelo twitter que é preciso mudar a comissão de arbitragem por causa do erro grosseiro do assistente Fábio Pereira, que marcou impedimento inexistente de Cícero em jogada de gol que empataria em 1 x 1 o jogo contra o Corinthians.
Siemsem está correto na reclamação sobre a jogada de quarta-feira. Mas vale a lembrança. Em 2012, ano do último título brasileiro do Fluminense, o Uol reproduziu matéria do site Placar Real que apontava o Fluminense como o maior beneficiário dos erros de arbitragem daquele ano. Sem os erros de arbitragem, de acordo com aquele site, naquela época, o Flu terminaria o Campeonato Brasileiro em terceiro lugar.
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A posição deste blogueiro é que os erros de arbitragem são erros, apenas. Os árbitros devem ser punidos e a CBF deveria ter uma entrevista coletiva semanal para falar sobre os lances polêmicos. Com transparência, dizer quem julga que acertou na arbitragem, quem julga que errou, quem foi afastado e quem merece outra chance. Assim, seria mais claro entender quais os critérios adotados e entender que o campeonato tem lisura.
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