Muitas vezes vaiados, criticados e até xingados de burro por suas substituições no decorrer das partidas, os técnicos têm a melhor das respostas em campo: aquela substituição que dá certo, aquele jogador que, escolhido para melhorar o rendimento da equipe, entra em campo e balança a rede. Afinal, se um gol pode mudar o rumo de uma partida, então a mexida do treinador pode transformar os protestos das arquibancadas em aplausos.
Após o término da 20ª rodada, a Série A do Brasileirão 2015 soma 1.173 substituições feitas pelos comandantes. Delas, 62 terminaram em 64 gols. Ou seja, 5,2% das alterações efetuadas resultaram em 14,2% das 449 vezes em que o goleiro teve de buscar a bola no fundo da rede. O último foi feito pelo atacante alvinegro Nilson, que entrou no lugar do artilheiro Ricardo Oliveira na vitóriado Santos por 5 a 2 sobre o Avaí, na Vila Belmiro, no último de semana passado.
Dos 20 times do Brasileirão, apenas o Atlético-MG não tem gol de um jogador que saiu do banco de reservas – curiosamente, o Galo tem o melhor ataque da competição com 35 gols. Nas demais 19 equipes, 51 jogadores diferentes entraram durante os jogos e fizeram a festa de suas respectivas torcidas. O artilheiro dos substitutos é o argentino Cristaldo, que fez os seus cinco gols pelo Palmeiras após sair do banco, seguido por André Lima, do Avaí, com três. Na sequência aparecem Alexandre Pato (São Paulo), Evandro (Coritiba), Romulo (Avaí), Thiago Santana (Figueirense) e Vitinho (Internacional), todos com dois. Ederson, do Flamengo, e Hernane, do Sport, também marcaram duas vezes cada, mas num mesmo jogo – contra Palmeiras e Corinthians, respectivamente.
O time que mais tem gol de reserva é o Avaí, com seis, seguido de perto por Internacional, Palmeiras e Sport, ambos com cinco. Pior ataque do Brasileirão, o Vasco fez três dos seus oito gols com atletas que entraram no decorrer das partidas (Emanuel Biancucchi, Lucas e Riascos). Em termos de importância, dos 64 gols marcados por reservas, 39 (61%) podem ser considerados decisivos: 25 (39%) foram marcados quando o time estava empatando, e 14 (21,8%) quando perdia por um gol de diferença. Vitinho (dois), do Internacional, é quem mais marcou quando o placar estava igual, enquanto André Lima (também dois) é o jogador com mais gols quando o time estava atrás no marcador.
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