No primeiro tempo, o Grêmio concedeu espaços como não é o seu padrão habitual no Couto Pereira. Mas vale ressaltar a dedicação do adversário, que ganhou divididas e teve chances de abrir o placar, especialmente com Negueba, pela direita de ataque do Coritiba. Mas veio o intervalo, e no intervalo o técnico Roger Machado trabalhou.
O comandante tricolor conversou com os jogadores. Fez ajustes. Recompactou o time. Encurtou a marcação. Acertou nas substituições. Tirou Pedro Rocha em nome de Fernandinho, aprofundando o campo pela ponta esquerda. Depois apostou em Vitinho na vaga de Bobô, que deu um tanto mais de movimentação, ainda que Vitinho tenha entrado com espaço para jogar, pois depois do gol de Marcelo Oliveira o Coritiba saiu para o tudo ou nada.
O Grêmio foi se apropriando da partida até que, de repente, aconteceu: gol de Marcelo Oliveira, após Douglas cair pelo lado, atrair a marcação e deixar o seu espaço para o lateral entrar e chutar de fora da área. Virou rotina.
O Grêmio pode até não ir tão bem, como ontem, mas nunca baixa de um bom nível de atuação coletiva, o que neutraliza eventuais individualidades em má jornada e até desfalques. Bobô e Pedro Rocha foram mal. Não havia Luan e Walace.
Suspeito que o Grêmio liquidou a fatura nesta quarta-feira. Não permitirá o crime na Arena na semana que vem, dia 27, onde manterá o ritmo normal de vitórias. Ou, como queiram: a rotina de vitórias, para remeter ao título deste texto.
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