Foto: Fernando Gomes / Agencia RBS
Quando um time ganha mesmo não jogando tão bem, é porque os sinais são os melhores. O gol da virada do Grêmio sobre o Joinville, na Arena, de Galhardo, de falta, saiu exatamente ao mesmo tempo em que a Chapecoense selava sua vitória sobre o Atlético-MG. O Grêmio deste domingo foi aquele jogador de basquete confiante, que corre sozinho para mais uma cesta quando, de repente, escorrega, cai e perde a bola. Só que, para a sua sorte, a derrapada se deu logo no comecinho, a 3 minutos.
Aquele gol do Joinville ligou cedo a luz alta da zebra, a tempo de ser apagada. O Grêmio deu espaços. Os homens de frente foram menos operários para marcar, e foi a partir da faixa central que o Joinville fez ótima partida. A equipe sentiu a ausência de Luan, que se mexe por trás dos volantes e confunde a marcação. Não chegou nem perto dos shows do Gre-Nal e Atlético-MG. Mas teve força para virar numa partida em que perderia pontos irrecuperáveis na perseguição ao título. Os ventos que sopram na Arena são os melhores. São os de esperança.
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