Renato Portaluppi atirou o jogo de Ijuí no lixo. Fez com absoluta aquiescência da direção do clube, já que Alberto Guerra poderia dar sua ordem de presidente ao seu funcionário e determinar que a estátua fosse a Ijuí. Lá tem muito gremista. O jogo valia taça. Havia jogador a ser visto de perto e testado. Em especial, não havia nenhuma razão para que o treinador não estivesse à beira do campo. O resultado do descaso gremista para com a partida foi desconcentração, desentrosamento e falta de foco, um combo devastador. Do outro lado, o São Luiz jogou à vera. Com menos qualidade, só atitude e organização poderiam compensar a favor do desafiante. O que não se esperava é que o Grêmio levasse uma roda do São Luiz. Poderia ter sido goleado. O São Luiz teve gol mal anulado. Goleiro Caíque foi o melhor jogador do Grêmio. E, cereja mais azeda do bolo, os jogadores do Grêmio não foram a campo para receber a medalha de vice-campeão da Recopa. Uma triste assinatura que fechou a equivocada forma com que o Grêmio, de Renato Portaluppi para baixo, encarou o episódio Recopa em Ijuí.
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