Foto: Diego Vara / Agencia RBS
O Grêmio entrará no Gre-Nal 407 como favorito. É a consequência da demissão do técnico Diego Aguirre às vésperas do clássico. Mais um fator para Roger Machado administrar.
O cálculo da direção colorada não foi ruim. O caminho lógico seria derrota ou empate e a demissão do uruguaio. Em caso de vitória, os vermelhos teriam de ficar com o treinador que dirigentes e jogadores não queriam. Rifaram Aguirre e colocaram o favoritismo no colo do Grêmio.
Se antes os prognósticos para domingo indicavam um clássico sem franco favorito, com duas equipes carentes de resultados vistosos nas últimas rodadas, a manobra vermelha se isenta de derrota e pressiona o Grêmio.
Para o rival, perder o Gre-Nal na Arena com técnico interino é um fato normal, admissível. Ganhar terá contorno épico, lançando a instabilidade para o lado azul da força. Por isso, o Gre-Nal 407 se tornou deveras perigoso.
A intensidade tricolor no Brasileirão arrefeceu nos últimos jogos. São três rodadas sem vitórias, com nove pontos disputados e um somado. O clássico oferta a retomada da confiança ou, nas novas circunstâncias, um turbilhão que a direção terá de controlar.
Com ou sem favoritismo, o Grêmio tem time para vencer o Gre-Nal. É mais organizado, toca melhor a bola e dispõe de melhor preparo físico. Pesa contra a pontaria torta, problema crônico da temporada.
A boa notícia está nos retornos de Marcelo Grohe, Marcelo Oliveira e Giuliano. A equipe encorpa, já que o banco é mediano ao quadrado. Trinca de reforços para vencer o Gre-Nal, encostar no G-4 e deixar a crise às margens do Guaíba.
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