Foto: Cristiano Estrela / Agencia RBS
Aos 19 minutos do segundo tempo, o zagueiro Thiago Heleno, do Figueirense, foi expulso. O Grêmio já vencia por 1 a 0 em Santa Catarina e passou a controlar a partida. No entanto, o time recuou demais, praticamente abdicando de atacar.
Apenas um chute cruzado de Lucas Coelho assustou o goleiro adversário aos 36 minutos. A postura adotada depois de ficar com um homem a mais causou estranhamento ao assessor de futebol Marcos Chitolina.
— A gente devia ter outra situação de jogo quando o Figueirense ficou com um homem a menos. (O time) Mudou o estilo, poderia ter ido para a frente e matado o jogo, mas preferiu tocar a bola. A vitória foi importantíssima, valorizada no vestiário — afirmou Chitolina depois do jogo.
O treinador Enderson Moreira reconheceu a decaída da equipe no segundo tempo. Justificou o fato de não ter mais atacado para evitar uma exposição maior, apesar de o Grêmio estar com a vantagem de 11 jogadores contra 10 do Figueirense. Ressaltou que sobrou ao adversário tentar o empate apenas em bolas paradas.
— Quando estamos ganhando o jogo, com o domínio, se cria uma sensação de não se expor. A gente estava com a posse de bola. Podíamos fazer diferente, jogar com mais agressividade, mas o Figueirense estava em desvantagem. A gente ficou com o jogo lateralizado, da lateral para o centro, mas é coisa que podemos melhorar no decorrer da semana — salientou Enderson.
Para o volante Ramiro, o posicionamento de manter a bola mais atrás poderia ter sido organizado de outra maneira:
— Talvez, a gente pudesse ter tentado atacar e buscar o segundo gol. Ficamos com a bola mais no campo defensivo, o que não é o ideal.
As poucas chances de Barcos
Novamente substituído no segundo tempo por Lucas Coelho, o centroavante Barcos voltou a passar em branco e, dessa vez, pouco tocou na bola. Ele já soma 10 horas sem fazer gols. Para Enderson Moreira, o momento de mudar o time ainda não chegou.
— O Barcos é um artilheiro, é evidente que ele é cobrado para fazer gols. Mas ele lutou o jogo inteiro, tem lutado, tem tentado. Neste, ele não teve muitas oportunidades, e temos de ser sinceros. Quando eu achar que for interessante fazer a troca, vou fazer. Isso não é problema. É questão de a gente passar um pouco de confiança. Poderia ter modificado três ou quatro peças, mas não é assim que o futebol funciona. Eles vão se conhecendo, melhorando — avaliou.
O assessor Marcos Chitolina preferiu elogiar o camisa 9:
— A equipe toda teve poucas chances de gol, não foi só o Barcos. Ao meu entender, ele fez um bom jogo.
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Aos 19 minutos do segundo tempo, o zagueiro Thiago Heleno, do Figueirense, foi expulso. O Grêmio já vencia por 1 a 0 em Santa Catarina e passou a controlar a partida. No entanto, o time recuou demais, praticamente abdicando de atacar.
Apenas um chute cruzado de Lucas Coelho assustou o goleiro adversário aos 36 minutos. A postura adotada depois de ficar com um homem a mais causou estranhamento ao assessor de futebol Marcos Chitolina.
— A gente devia ter outra situação de jogo quando o Figueirense ficou com um homem a menos. (O time) Mudou o estilo, poderia ter ido para a frente e matado o jogo, mas preferiu tocar a bola. A vitória foi importantíssima, valorizada no vestiário — afirmou Chitolina depois do jogo.
O treinador Enderson Moreira reconheceu a decaída da equipe no segundo tempo. Justificou o fato de não ter mais atacado para evitar uma exposição maior, apesar de o Grêmio estar com a vantagem de 11 jogadores contra 10 do Figueirense. Ressaltou que sobrou ao adversário tentar o empate apenas em bolas paradas.
— Quando estamos ganhando o jogo, com o domínio, se cria uma sensação de não se expor. A gente estava com a posse de bola. Podíamos fazer diferente, jogar com mais agressividade, mas o Figueirense estava em desvantagem. A gente ficou com o jogo lateralizado, da lateral para o centro, mas é coisa que podemos melhorar no decorrer da semana — salientou Enderson.
Para o volante Ramiro, o posicionamento de manter a bola mais atrás poderia ter sido organizado de outra maneira:
— Talvez, a gente pudesse ter tentado atacar e buscar o segundo gol. Ficamos com a bola mais no campo defensivo, o que não é o ideal.
As poucas chances de Barcos
Novamente substituído no segundo tempo por Lucas Coelho, o centroavante Barcos voltou a passar em branco e, dessa vez, pouco tocou na bola. Ele já soma 10 horas sem fazer gols. Para Enderson Moreira, o momento de mudar o time ainda não chegou.
— O Barcos é um artilheiro, é evidente que ele é cobrado para fazer gols. Mas ele lutou o jogo inteiro, tem lutado, tem tentado. Neste, ele não teve muitas oportunidades, e temos de ser sinceros. Quando eu achar que for interessante fazer a troca, vou fazer. Isso não é problema. É questão de a gente passar um pouco de confiança. Poderia ter modificado três ou quatro peças, mas não é assim que o futebol funciona. Eles vão se conhecendo, melhorando — avaliou.
O assessor Marcos Chitolina preferiu elogiar o camisa 9:
— A equipe toda teve poucas chances de gol, não foi só o Barcos. Ao meu entender, ele fez um bom jogo.
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