Romário não deve ficar com a relatoria da CPI
O PMDB está prestes a tirar das mãos do senador Romário a relatoria da CPI do Futebol. Pressionado por quem não tem interesse em que as investigações sigam adiante, o partido se mobilizou para deixar o ex-jogador apenas com a presidência da Comissão.
Na prática, o ex-jogador teria poderes para indicar depoentes, fazer perguntas e apresentar fatos novos, mas não faria o relatório final da investigação, que é quando se encerram os trabalhos com as recomendações do legislativo.
Na tarde desta terça-feira, o partido protocolou um pedido para aumentar o número de membros na CPI, de 7 para 9 senadores, como forma de aumentar o poder sobre a Comissão.
"A gente está protocolando um pedido para que tenham nove pessoas e não sete na CPI. A gente é maioria na Casa, não faz sentido entrarmos para uma CPI importante como essa para sermos minoria. Se a gente conseguir isso, a gente logo já indica os nomes e pede a instalação", comentou Eunício Oliveira, líder do PMDB no Senado.
"Não tem nada definido ainda de quem vai ficar com o que. O PMDB pode escolher se quer a presidência ou a relatória. A tendência é de que o Romário fique com a presidência, mas não tem nada certo sobre isso. O partido dele não teria nem participação, se isso acontecer é uma articulação política", completou.
O senador negou que haja pressão para o não andamento da CPI.
"Isso não existe. Não tem pressão. Todo mundo é a favor de que a CPI seja instalada e que ela ande o quanto antes. Não estamos sofrendo pressão de ninguém, por nada", finalizou.
Romero Jucá (PMDB-RR) é o mais cotado para assumir a relatoria da Comissão.
Caso Romário não tenha forças para impedir a movimentação da oposição, uma das alternativas seria participar como presidente e ao final da CPI apresentar relatório próprio. Isso é possível, mas não é garantido que o senador tenha capacidade de mobilização para aprovar o relatório independente.
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Na prática, o ex-jogador teria poderes para indicar depoentes, fazer perguntas e apresentar fatos novos, mas não faria o relatório final da investigação, que é quando se encerram os trabalhos com as recomendações do legislativo.
Na tarde desta terça-feira, o partido protocolou um pedido para aumentar o número de membros na CPI, de 7 para 9 senadores, como forma de aumentar o poder sobre a Comissão.
"A gente está protocolando um pedido para que tenham nove pessoas e não sete na CPI. A gente é maioria na Casa, não faz sentido entrarmos para uma CPI importante como essa para sermos minoria. Se a gente conseguir isso, a gente logo já indica os nomes e pede a instalação", comentou Eunício Oliveira, líder do PMDB no Senado.
"Não tem nada definido ainda de quem vai ficar com o que. O PMDB pode escolher se quer a presidência ou a relatória. A tendência é de que o Romário fique com a presidência, mas não tem nada certo sobre isso. O partido dele não teria nem participação, se isso acontecer é uma articulação política", completou.
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"Isso não existe. Não tem pressão. Todo mundo é a favor de que a CPI seja instalada e que ela ande o quanto antes. Não estamos sofrendo pressão de ninguém, por nada", finalizou.
Romero Jucá (PMDB-RR) é o mais cotado para assumir a relatoria da Comissão.
Caso Romário não tenha forças para impedir a movimentação da oposição, uma das alternativas seria participar como presidente e ao final da CPI apresentar relatório próprio. Isso é possível, mas não é garantido que o senador tenha capacidade de mobilização para aprovar o relatório independente.
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