O zagueiro Paulo Miranda, ex-Grêmio e São Paulo, é um dos jogadores suspeitos de manipulação em jogos do futebol brasileiro. O defensor pediu rescisão com o Náutico para se defender.
Paulo Miranda atuava no Juventude, emprestado pelo Grêmio, na época das atitudes suspeitas. Ele pediu para deixar o Náutico para se defender das acusações.
A informação foi divulgada inicialmente pelo Ge e confirmada pelo UOL.
Com ele já são sete atletas, dos nove citados pelo MP, cujas identidades são conhecidas. Gabriel Tota, Eduardo Bauerman, Victor Ramos, Moraes, Igor Cariús, Lomónaco e Paulo Miranda.
Nove jogadores são investigados na operação Penalidade Máxima II. O promotor Fernando Cesconetto citou que os atletas foram objeto de mandados de busca e apreensão.
Cesconetto não citou nomes e ressaltou que nenhum jogador foi preso. A apreensão mira celulares e anotações.
Santos x Avaí (5/11) — suspeita de tentativa de cooptação de Eduardo Bauermann para tomar cartão amarelo.
Red Bull Bragantino x América-MG (5/11) — aliciamento de Kevin Lomónaco para cartão amarelo.
Goiás x Juventude (5/11) — aliciamento de Moraes e Gabriel Tota, do Juventude, para tomar amarelo:
Cuiabá x Palmeiras (6/11) — Igor Cariús, do Cuiabá, também aliciado para levar amarelo
Santos x Botafogo (10/11) — Eduardo Bauermann, do Santos, procurado para receber cartão vermelho.
Juventude x Palmeiras (10/9) — aliciamento de Moraes e Paulo Miranda, do Juventude, para tomar cartão amarelo.
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