Maicon não se cala e ‘ataca’ ex-dirigentes do Grêmio
Fonte: Esporte R7

Ex-jogador do Grêmio, atualmente atuando pela equipe de Fut7, Maicon foi um dos grandes nomes que passou pelo Clube nas últimas temporadas. Apesar de todo o sucesso, ficando marcado por sua passagem como capitão da equipe, ele acabou se envolvendo em polêmicas. 

No ano de 2021, em meio à desastrosa campanha do Tricolor no Campeonato Brasileiro, que culminou no rebaixamento para a Série B, Maicon deixou o Clube de forma polêmica. Após uma expulsão contra o Corinthians, o ex-volante teve seu contrato rescindido e os motivos ainda estão vindo à tona. 

Durante entrevista ao canal no YouTube do jornalista Duda Garbi, Maicon reviveu seus últimos momentos no Imortal. A saída aconteceu após o ex-jogador entrar em atrito com alguns dirigentes, em especial Marcos Herrmann, vice-presidente de futebol na época. 

“Quando eu sou expulso contra o Corinthians, foi com o árbitro que a gente viu o retrospecto e em 30 jogos com ele o Grêmio tinha ganho 4, algo assim. Não estou dizendo que ele roubava, mas tem que tirar, botar outro. Isso é papel da direção pressionar, ajudar. Quando eu chego no vestiário, eu falo tudo isso para eles (dirigentes). Que mais uma vez um jogador tinha que ir lá, reclamar, pressionar, fazer o papel que era deles. Peguei minhas coisas e saí”, disse Maicon. 

Após a partida contra o Corinthians, Maicon ganhou folga da comissão técnica e viajou para o centro do país. De longe, recebeu um comunicado de seu dirigente sobre o desejo do Clube, que pediu para o Capita “aliviar” em sua despedida, o que ele optou por atender. 

“O Felipão tinha dado quatro dias de folga, porque a gente não jogava no outro final de semana. Fui pro Rio de Janeiro esfriar a cabeça. Nisso o Machado, empresário, me liga. Ali eu já imaginei que algum dirigente tinha ido nele. Tiveram medo de vir falar comigo. E respeito. Aí foram no empresário. Faltava três meses para terminar o contrato, mas assinei a rescisão e na coletiva eu aliviei muito por causa de jogadores que eu respeitava ali dentro. A direção pediu para o Machado para que ele mandasse eu aliviar e não falasse muito”, completou. 



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