Foto: Lauro Alves / Agencia RBS
O técnico do Grêmio adota, durante os treinos, e também nos papos individuais com seus jogadores, a expressão "pisa na área" com regularidade suficiente para já ter entrado na cabeça de cada um. Ele quer mais gente atacando, e não apenas os atacantes, até pelo fato de não ter o centroavante clássico.
Não é revolução tática, eu sei, mas se exige boa dose de coragem para bater nessa tecla com todos, do zagueiro ao atacante — cada um na sua, obviamente. Walace, por exemplo. Antes, não passava da linha da bola. Agora surge perto ou "pisando" na área
É só ver as jogadas de gol do Grêmio. Se um volante avança, o outro fecha na diagonal para ocupar o espaço na recomposição. Rhodolfo, Maicon, Marcelo Oliveira, Galhardo. E, claro, Luan e Giuliano. A ordem é: ''pisa na área!"
Sobre esse tema, o da maneira como o treinador se comunica com o time, lembro sempre de Tite, no Grêmio e no Inter. Sua linguagem no dia-a-dia virou um bem-humorado titês. Ganhou contornos de marca, tal a originalidade das criações. Atuação virou taxa de efetividade. Passe rasteiro, arrastar. Arranque? Torque. Ele ainda as usa, entre outras, e com sucesso. Será que não está pintando aí um rogerês?
Aguardemos os próximos vocábulos deste Grêmio emergente, além do ''pisa na área!"
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O técnico do Grêmio adota, durante os treinos, e também nos papos individuais com seus jogadores, a expressão "pisa na área" com regularidade suficiente para já ter entrado na cabeça de cada um. Ele quer mais gente atacando, e não apenas os atacantes, até pelo fato de não ter o centroavante clássico.
Não é revolução tática, eu sei, mas se exige boa dose de coragem para bater nessa tecla com todos, do zagueiro ao atacante — cada um na sua, obviamente. Walace, por exemplo. Antes, não passava da linha da bola. Agora surge perto ou "pisando" na área
É só ver as jogadas de gol do Grêmio. Se um volante avança, o outro fecha na diagonal para ocupar o espaço na recomposição. Rhodolfo, Maicon, Marcelo Oliveira, Galhardo. E, claro, Luan e Giuliano. A ordem é: ''pisa na área!"
Sobre esse tema, o da maneira como o treinador se comunica com o time, lembro sempre de Tite, no Grêmio e no Inter. Sua linguagem no dia-a-dia virou um bem-humorado titês. Ganhou contornos de marca, tal a originalidade das criações. Atuação virou taxa de efetividade. Passe rasteiro, arrastar. Arranque? Torque. Ele ainda as usa, entre outras, e com sucesso. Será que não está pintando aí um rogerês?
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