Crédito: Grêmio Guerra
Novo presidente do Grêmio pelos próximos três, Alberto Guerra vem botando a massa nos assuntos do clube já com um mês completo de cargo. E as dificuldades realmente são muitas, como ele próprio se define: desarmando uma “bomba por dia”, principalmente em razão dos problemas financeiros.
“Essas quatro semanas foram assim. Precisa atender muita demanda. Ainda não cheguei a alguns deles. Peço calma. É uma bomba que desarmo por dia. Logo que assumi, o que me tirava o sono era a questão financeira. Sabia que tínhamos um time fraco para a Série A e que precisávamos de reforços. Tínhamos de pagar a folha de novembro, o mês de dezembro e 13º e não tínhamos nada. Aí saímos atrás do dinheiro, empréstimo e idas ao banco. Isso é pesado. Primeira reunião do Conselho de Administração (CA) foi assim. Tínhamos um déficit de R$ 45 milhões e precisávamos de mais R$40 milhões até o final do ano”, disse.
Segundo Guerra, os próprios jogadores que permaneceram no Grêmio reconheceram que era necessária a chegada de reforços para fortalecer o time de 2023:
“Tínhamos um time insuficiente tecnicamente para a Série A, inclusive os próprios jogadores falavam. Precisávamos iniciar estre processo. Virão outros reforços no ano que vem. Sou o que menos busca sentir essa pressão, mas reconheço que era importante mostrar trabalho ao torcedor. O mercado vai aquecer mesmo em janeiro. Especialmente negociações de saídas. Agora os jogadores, mesmo os de nível mais baixo, tentam se encaixar em times que disputarão a Libertadores. Quando essa primeira onda passar, muda o patamar. Até financeiro”, disse.
Guerra vibra com Renato no Grêmio
Uma das primeiras missões estabelecidas por Guerra foi renovar com Renato Portaluppi, algo que aconteceu e foi celebrado bastante pela direção:
“O Renato ajuda muito. Muitos jogadores querem trabalhar com ele. E de várias formas. Ajuda a escolher. Repassamos vários nomes a ele para avaliar. Nunca vi o Renato tão à vontade. O Paulo (Caleffi) e o Antonio (Brum) estão se dando muito bem com ele. Renato é convicção. Conheço o trabalho dele, nos dá uma segurança. Mas se não fosse ele, não teríamos outro nome no mercado. Renato neste momento de reconstrução está ajudando muito. Se o início for difícil, ele é capaz de garantir um ambiente mais leve. Os jogadores e os funcionários adoram ele”, finalizou Guerra.
Grêmio, Guerra, Entrevista, Difícil
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Segundo Guerra, os próprios jogadores que permaneceram no Grêmio reconheceram que era necessária a chegada de reforços para fortalecer o time de 2023:
“Tínhamos um time insuficiente tecnicamente para a Série A, inclusive os próprios jogadores falavam. Precisávamos iniciar estre processo. Virão outros reforços no ano que vem. Sou o que menos busca sentir essa pressão, mas reconheço que era importante mostrar trabalho ao torcedor. O mercado vai aquecer mesmo em janeiro. Especialmente negociações de saídas. Agora os jogadores, mesmo os de nível mais baixo, tentam se encaixar em times que disputarão a Libertadores. Quando essa primeira onda passar, muda o patamar. Até financeiro”, disse.
Guerra vibra com Renato no Grêmio
Uma das primeiras missões estabelecidas por Guerra foi renovar com Renato Portaluppi, algo que aconteceu e foi celebrado bastante pela direção:
“O Renato ajuda muito. Muitos jogadores querem trabalhar com ele. E de várias formas. Ajuda a escolher. Repassamos vários nomes a ele para avaliar. Nunca vi o Renato tão à vontade. O Paulo (Caleffi) e o Antonio (Brum) estão se dando muito bem com ele. Renato é convicção. Conheço o trabalho dele, nos dá uma segurança. Mas se não fosse ele, não teríamos outro nome no mercado. Renato neste momento de reconstrução está ajudando muito. Se o início for difícil, ele é capaz de garantir um ambiente mais leve. Os jogadores e os funcionários adoram ele”, finalizou Guerra.
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