Já tendo conquistado o tão sonhado acesso à Série A do Campeonato Brasileiro, o Grêmio já vive a expectativa da eleição presidencial que definirá uma nova gestão para próxima temporada. Visando o principal cargo do clube gaúcho, dois candidatos disputarão o voto dos sócios gremistas no início de novembro.
Um deles é o ex-vice de futebol Alberto Guerra. Favorito para a eleição presidencial do final de ano, o ex-dirigente comandou o futebol do clube especialmente em 2010 e 2016, quando foi responsável por montar a base do time vencedor da Copa do Brasil. Com o intuito de modernizar o Imortal, Guerra já tem planos para o cargo de diretor executivo de futebol, o que implicará mais uma mudança no clube.
Isso porque o atual profissional encarregado da área, Diego Cerri, não conta com a admiração do candidato, que declarou nesta sexta-feira (28), em entrevista concedida à Rádio GreNal, que tem outro nome em vista para a função.
“Defendemos uma profissionalização ao extremo. Caso formos eleitos, o executivo de futebol não será mais Diego Cerri, e sim outro”, declarou o candidato.
??Alberto Guerra, candidato à presidência do ????#Grêmio, sobre executivo de futebol:
"Defendemos uma profissionalização ao extremo. Caso formos eleitos, o executivo de futebol não será mais Diego Cerri, e sim outro."
— rádio grenal (@rdgrenal) October 28, 2022
Alberto Guerra mira em Rodrigo Caetano para o cargo de executivo de futebol do Grêmio
De acordo com Guerra, o profissional escolhido para o cargo ainda está sendo escolhido cuidadosamente pela sua equipe de gestão. Nesse sentido, o principal executivo de futebol cogitado pelo ex-dirigente é Rodrigo Caetano, atualmente no Atlético-MG. Com passagem pelo Tricolor no final da década 2000, o profissional é considerado um dos melhores do mercado no momento.
De acordo com as últimas informações divulgadas pela imprensa, caso Guerra vença as eleições a chance de Rodrigo Caetano ser contratado pelo Imortal é alta, visto que, com a possibilidade do Atlético-MG se transformar em clube-empresa, Rodrigo Caetano pode afastar-se do clube mineiro no próximo ano. O único empecilho, no entanto, seria a multa rescisória do profissional, que está na casa dos R$ 3 milhões.
Grêmio, Diego, Rodrigo, 2023
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Um deles é o ex-vice de futebol Alberto Guerra. Favorito para a eleição presidencial do final de ano, o ex-dirigente comandou o futebol do clube especialmente em 2010 e 2016, quando foi responsável por montar a base do time vencedor da Copa do Brasil. Com o intuito de modernizar o Imortal, Guerra já tem planos para o cargo de diretor executivo de futebol, o que implicará mais uma mudança no clube.
Isso porque o atual profissional encarregado da área, Diego Cerri, não conta com a admiração do candidato, que declarou nesta sexta-feira (28), em entrevista concedida à Rádio GreNal, que tem outro nome em vista para a função.
“Defendemos uma profissionalização ao extremo. Caso formos eleitos, o executivo de futebol não será mais Diego Cerri, e sim outro”, declarou o candidato.
??Alberto Guerra, candidato à presidência do ????#Grêmio, sobre executivo de futebol:
"Defendemos uma profissionalização ao extremo. Caso formos eleitos, o executivo de futebol não será mais Diego Cerri, e sim outro."
— rádio grenal (@rdgrenal) October 28, 2022
Alberto Guerra mira em Rodrigo Caetano para o cargo de executivo de futebol do Grêmio
De acordo com Guerra, o profissional escolhido para o cargo ainda está sendo escolhido cuidadosamente pela sua equipe de gestão. Nesse sentido, o principal executivo de futebol cogitado pelo ex-dirigente é Rodrigo Caetano, atualmente no Atlético-MG. Com passagem pelo Tricolor no final da década 2000, o profissional é considerado um dos melhores do mercado no momento.
De acordo com as últimas informações divulgadas pela imprensa, caso Guerra vença as eleições a chance de Rodrigo Caetano ser contratado pelo Imortal é alta, visto que, com a possibilidade do Atlético-MG se transformar em clube-empresa, Rodrigo Caetano pode afastar-se do clube mineiro no próximo ano. O único empecilho, no entanto, seria a multa rescisória do profissional, que está na casa dos R$ 3 milhões.
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