Em coluna escrita no site GZH, onde mantém espaço de opinião, o jornalista e narrador Pedro Ernesto Denardin deixou críticas ao técnico Renato Portaluppi e ao modo como se sente no Grêmio. Para o comunicador, o treinador muitas vezes adota posição de “presidente” do clube, achando que manda mais do que deveria. Nisso, citou uma recente reclamação do comandante gremista.
Em coletiva depois da vitória de 3×0 sobre o Sport Recife, terça-feira, na Arena, Renato reclamou publicamente da logística montada pelo clube para o jogo contra o Sampaio Corrêa, sexta que vem, no Maranhão. Depois do jogo, o clube voa na madrugada em voo comercial até Campinas, faz conexão de duas horas e voa para Porto Alegre para chegar por volta de 9h – três dias antes da partida contra o CRB.
“Quando Renato Portaluppi demite médicos, se intromete em assuntos burocráticos, se rebela contra a logística do clube em suas viagens e faz críticas, ele deve imaginar que é presidente do Grêmio. Os dirigentes deram muito poder ao treinador. Penso que ele deve se restringir a treinar o time, administrar os egos do vestiário, o que ele faz muito bem. Renato queria voo charter de volta da cidade de São Luís, no Maranhão, e criticou publicamente os que cuidam disso. Sequer teve o cuidado de tratar disto dentro do ambiente do clube. Não é a forma mais correta”, disparou Denardin, antes de ampliar:
“O Grêmio não tem mais dinheiro para fretar aviões. E a logística foi muito bem feita. Termina o jogo, vem a janta e, logo depois o embarque até Campinas. Duas horas entre um voo e outro. Por volta das 9h manhã, os jogadores estarão em casa, tendo atravessado o país continental. Tem sábado (1º) para dormir, domingo (2) e segunda (3) para treinamentos leves, e o jogo na terça (4). Tudo muito fácil”.
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Em coletiva depois da vitória de 3×0 sobre o Sport Recife, terça-feira, na Arena, Renato reclamou publicamente da logística montada pelo clube para o jogo contra o Sampaio Corrêa, sexta que vem, no Maranhão. Depois do jogo, o clube voa na madrugada em voo comercial até Campinas, faz conexão de duas horas e voa para Porto Alegre para chegar por volta de 9h – três dias antes da partida contra o CRB.
“Quando Renato Portaluppi demite médicos, se intromete em assuntos burocráticos, se rebela contra a logística do clube em suas viagens e faz críticas, ele deve imaginar que é presidente do Grêmio. Os dirigentes deram muito poder ao treinador. Penso que ele deve se restringir a treinar o time, administrar os egos do vestiário, o que ele faz muito bem. Renato queria voo charter de volta da cidade de São Luís, no Maranhão, e criticou publicamente os que cuidam disso. Sequer teve o cuidado de tratar disto dentro do ambiente do clube. Não é a forma mais correta”, disparou Denardin, antes de ampliar:
“O Grêmio não tem mais dinheiro para fretar aviões. E a logística foi muito bem feita. Termina o jogo, vem a janta e, logo depois o embarque até Campinas. Duas horas entre um voo e outro. Por volta das 9h manhã, os jogadores estarão em casa, tendo atravessado o país continental. Tem sábado (1º) para dormir, domingo (2) e segunda (3) para treinamentos leves, e o jogo na terça (4). Tudo muito fácil”.
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