Foto: Omar Freitas / Agencia RBS
Próximo de um acordo com a OAS para assumir a gestão da Arena, o Grêmio já planeja como estruturar a administração do complexo.
A direção estuda, inclusive, reativar a empresa Grêmio Empreendimentos para este propósito. Criada em 2010 para cuidar dos negócios do estádio, deixou de operar em 2013, quando o conselheiro Eduardo Antonini entregou o cargo de presidente.
O clube, porém, não deu baixa no CNPJ e poderia reativá-la imediatamente. Neste caso, a Arena Porto-Alegrense, hoje responsável pela administração, seria extinta.
— É um cenário em aberto. O clube também pode criar uma nova empresa ou até contratar uma terceirizada — explica um dirigente que participa das tratativas com a OAS.
Para o Grêmio fechar a compra da Arena, é necessário que os três bancos repassadores do financiamento do BNDES para a construção do estádio concordem com a operação. O clube já conta com a aprovação de Banrisul e Santander, restando apenas o aval do Banco do Brasil.
Na prática, o Grêmio assumiria o pagamento dos R$ 170 milhões restantes. São duas etapas: a primeira é a responsabilidade do financiamento perante o BNDES, que não empresta a clubes de futebol, mas que teria sustentação dos bancos parceiros repassadores. A segunda diz respeito às garantias que os bancos necessitam para tocar o negócio.
O Grêmio ofereceria seus recebíveis, como quadro social, bilheterias da Arena e direitos de TV, garantias consideradas mais seguras pelos bancos do que os bens da construtora, que recentemente entrou em recuperação judicial. Assim, o clube entregaria a área do Estádio Olímpico em definitivo à OAS.
VEJA TAMBÉM
- BARCA SEGUE EM MOVIMENTO! Grêmio define saídas após reforços e aguarda propostas
- INTERESSE NOS BASTIDORES! Grêmio define preço e avalia futuro de Wagner Leonardo
- MAIS UM ARGENTINO A CAMINHO? Grêmio avança e vê chance de fechar com volante do Huracán
Próximo de um acordo com a OAS para assumir a gestão da Arena, o Grêmio já planeja como estruturar a administração do complexo.
A direção estuda, inclusive, reativar a empresa Grêmio Empreendimentos para este propósito. Criada em 2010 para cuidar dos negócios do estádio, deixou de operar em 2013, quando o conselheiro Eduardo Antonini entregou o cargo de presidente.
O clube, porém, não deu baixa no CNPJ e poderia reativá-la imediatamente. Neste caso, a Arena Porto-Alegrense, hoje responsável pela administração, seria extinta.
— É um cenário em aberto. O clube também pode criar uma nova empresa ou até contratar uma terceirizada — explica um dirigente que participa das tratativas com a OAS.
Para o Grêmio fechar a compra da Arena, é necessário que os três bancos repassadores do financiamento do BNDES para a construção do estádio concordem com a operação. O clube já conta com a aprovação de Banrisul e Santander, restando apenas o aval do Banco do Brasil.
Na prática, o Grêmio assumiria o pagamento dos R$ 170 milhões restantes. São duas etapas: a primeira é a responsabilidade do financiamento perante o BNDES, que não empresta a clubes de futebol, mas que teria sustentação dos bancos parceiros repassadores. A segunda diz respeito às garantias que os bancos necessitam para tocar o negócio.
O Grêmio ofereceria seus recebíveis, como quadro social, bilheterias da Arena e direitos de TV, garantias consideradas mais seguras pelos bancos do que os bens da construtora, que recentemente entrou em recuperação judicial. Assim, o clube entregaria a área do Estádio Olímpico em definitivo à OAS.
VEJA TAMBÉM
- BARCA SEGUE EM MOVIMENTO! Grêmio define saídas após reforços e aguarda propostas
- INTERESSE NOS BASTIDORES! Grêmio define preço e avalia futuro de Wagner Leonardo
- MAIS UM ARGENTINO A CAMINHO? Grêmio avança e vê chance de fechar com volante do Huracán

Comentários
Enviar Comentário
Aplicativo Gremio Avalanche
Leia também
BARCA SEGUE EM MOVIMENTO! Grêmio define saídas após reforços e aguarda propostas
INTERESSE NOS BASTIDORES! Grêmio define preço e avalia futuro de Wagner Leonardo