Danrlei; Arce, Adilson Batista, Rivarola e Roger; Dinho, Goiano, Carlos Miguel e Arílson; Paulo Nunes e Jardel. Este foi o histórico esquadrão gremista que entrou em campo no dia 30 de agosto de 1995, há exatos 27 anos, para disputar a segunda partida da final da Copa Libertadores da América daquele ano, contra o Atlético Nacional de Medellín, da Colômbia.
Após classificar-se no grupo 4 da competição continental, o Tricolor precisou passar por Olimpia (PAR), Palmeiras e Emelec (EQU) para chegar à grande decisão do principal torneio da América do Sul. Curiosamente, os dois últimos clubes também estavam presentes na chave do Imortal no início do campeonato, junto com o El Nacional, do Equador.
Com uma campanha fulminante — inclusive goleando o Palmeiras por 5 a 0 no primeiro jogo das quartas de final —, o clube gaúcho chegava à finalíssima contra uma equipe colombiana que possuía craques como René Higuita, Mauricio Serna, Juan Pablo Ángel e Aristizábal. Tendo eliminado o River Plate, da Argentina, na semifinal, o Atlético Nacional ainda contava com o apoio financeiro do narcotraficante Pablo Escobar, que havia morrido dois anos antes.
Levando uma considerável vantagem de 3 a 1 construída no primeiro jogo, em Porto Alegre, o Grêmio viajou à Medellín com a ideia de administrar o resultado o máximo possível, já que o empate daria o título ao Tricolor. No entanto, empurrado por mais de 52 mil colombianos no Atanasio Girardot, o craque Aristizábal abriu o placar para o time da casa logo aos 12 minutos.
Após isso, o que se viu até o final do jogo foi uma grande pressão do Atlético Nacional em busca do segundo gol, que levaria o confronto para os pênaltis. Foi então que, encontrando muitas dificuldades para segurar a partida, o então treinador Luiz Felipe Scolari resolveu colocar o meia Alexandre Xoxó no meio do segundo tempo, visando construir algumas jogadas de contra-ataque.
Quem apita? Arbitragem de Criciúma x Grêmio é divulgada
Iluminado pela estrela de Felipão, foi em uma dessas escapadas que o reserva cavou um pênalti aos 40 minutos do segundo tempo, dando a Dinho a oportunidade de igualar o placar com um chutaço no centro do gol de Higuita. Com o 1 a 1, só restava ao Grêmio comemorar o bicampeonato da Libertadores da América, conquistado em pleno estádio adversário.
VEJA TAMBÉM
- Grêmio x Flamengo: onde assistir, horário e escalações do duelo decisivo
- Grêmio atropela Deportivo Riestra e ganha moral antes de duelo decisivo contra o Flamengo
- Luís Castro vê evolução do Grêmio antes de prova de fogo contra o Flamengo
Após classificar-se no grupo 4 da competição continental, o Tricolor precisou passar por Olimpia (PAR), Palmeiras e Emelec (EQU) para chegar à grande decisão do principal torneio da América do Sul. Curiosamente, os dois últimos clubes também estavam presentes na chave do Imortal no início do campeonato, junto com o El Nacional, do Equador.
Com uma campanha fulminante — inclusive goleando o Palmeiras por 5 a 0 no primeiro jogo das quartas de final —, o clube gaúcho chegava à finalíssima contra uma equipe colombiana que possuía craques como René Higuita, Mauricio Serna, Juan Pablo Ángel e Aristizábal. Tendo eliminado o River Plate, da Argentina, na semifinal, o Atlético Nacional ainda contava com o apoio financeiro do narcotraficante Pablo Escobar, que havia morrido dois anos antes.
Levando uma considerável vantagem de 3 a 1 construída no primeiro jogo, em Porto Alegre, o Grêmio viajou à Medellín com a ideia de administrar o resultado o máximo possível, já que o empate daria o título ao Tricolor. No entanto, empurrado por mais de 52 mil colombianos no Atanasio Girardot, o craque Aristizábal abriu o placar para o time da casa logo aos 12 minutos.
Após isso, o que se viu até o final do jogo foi uma grande pressão do Atlético Nacional em busca do segundo gol, que levaria o confronto para os pênaltis. Foi então que, encontrando muitas dificuldades para segurar a partida, o então treinador Luiz Felipe Scolari resolveu colocar o meia Alexandre Xoxó no meio do segundo tempo, visando construir algumas jogadas de contra-ataque.
Quem apita? Arbitragem de Criciúma x Grêmio é divulgada
Iluminado pela estrela de Felipão, foi em uma dessas escapadas que o reserva cavou um pênalti aos 40 minutos do segundo tempo, dando a Dinho a oportunidade de igualar o placar com um chutaço no centro do gol de Higuita. Com o 1 a 1, só restava ao Grêmio comemorar o bicampeonato da Libertadores da América, conquistado em pleno estádio adversário.
VEJA TAMBÉM
- Grêmio x Flamengo: onde assistir, horário e escalações do duelo decisivo
- Grêmio atropela Deportivo Riestra e ganha moral antes de duelo decisivo contra o Flamengo
- Luís Castro vê evolução do Grêmio antes de prova de fogo contra o Flamengo

Comentários
Enviar Comentário
Aplicativo Gremio Avalanche
Leia também
Confiança precisa de milagre contra Grêmio em busca de resgate moral na Copa do Brasil
Grêmio busca reação em casa contra Flamengo para não deixar a zona de rebaixamento escapar
Grêmio x Flamengo: onde assistir, horário e escalações do duelo decisivo
Grêmio atropela Deportivo Riestra e ganha moral antes de duelo decisivo contra o Flamengo
Luís Castro vê evolução do Grêmio antes de prova de fogo contra o Flamengo
Retorno triunfal: Braithwaite brilha e garante vitória do Grêmio na Sul-Americana após lesão prolongada
Grêmio sela classificação com vitória convincente e mira estréia desafiadora contra o Flamengo
Cuéllar foi embora, mas a conta ficou: Grêmio é notificado por valor milionário pendente da rescisão
Escalação do Grêmio promete mudanças, e Luís Castro mantém suspense no ar!
Grêmio negocia renovação com Pavón em meio a sondagens