Documentos não divulgados pela Justiça americana sobre a investigação do FBI envolvendo cartolas brasileiros estão nas mãos de um dos principais desafetos de José Maria Marin e Marco Polo Del Nero: o senador Romário (PSB-RJ).
Agora ele tentará autorização das autoridades dos Estados Unidos para usar publicamente na CPI do futebol no Senado as cópias da documentação. Apesar de a papelada ser cedida oficialmente, o caráter sigiloso não foi derrubado.
Em seu site, a Justiça dos Estados Unidos divulgou relatório das investigações, porém há parte significativa que não foi disponibilizada por ser considerada sigilosa. Nela estão depoimentos de alguns dos investigados e grampos feitos pelo FBI.
A pessoas próximas, Romário não detalhou os documentos que conseguiu. Agora o senador irá pedir para que dois delegados federais examinem os papéis.
Romário espera se reunir na próxima segunda com autoridades brasileiras, como representantes da Receita Federal, da Procuradoria-Geral da República e da Polícia Federal para tratar dos reflexos da investigação no Brasil.
Os documentos revelados até agora pela Justiça americana indicam que há mais dirigentes brasileiros envolvidos, além de Marin preso na Suíça. Isso porque dois suspeitos de receberem propina são descritos como membros dos primeiros escalões da Fifa, da Conmebol e da CBF, credenciais que batem com as de Del Nero e Ricardo Teixeira.
Colaborou Daniel Brito, do UOL, em Brasília
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Agora ele tentará autorização das autoridades dos Estados Unidos para usar publicamente na CPI do futebol no Senado as cópias da documentação. Apesar de a papelada ser cedida oficialmente, o caráter sigiloso não foi derrubado.
Em seu site, a Justiça dos Estados Unidos divulgou relatório das investigações, porém há parte significativa que não foi disponibilizada por ser considerada sigilosa. Nela estão depoimentos de alguns dos investigados e grampos feitos pelo FBI.
A pessoas próximas, Romário não detalhou os documentos que conseguiu. Agora o senador irá pedir para que dois delegados federais examinem os papéis.
Romário espera se reunir na próxima segunda com autoridades brasileiras, como representantes da Receita Federal, da Procuradoria-Geral da República e da Polícia Federal para tratar dos reflexos da investigação no Brasil.
Os documentos revelados até agora pela Justiça americana indicam que há mais dirigentes brasileiros envolvidos, além de Marin preso na Suíça. Isso porque dois suspeitos de receberem propina são descritos como membros dos primeiros escalões da Fifa, da Conmebol e da CBF, credenciais que batem com as de Del Nero e Ricardo Teixeira.
Colaborou Daniel Brito, do UOL, em Brasília
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