Após série de treinamentos, colunista questiona se o futebol do Grêmio realmente evoluiu neste período
O Grêmio que está há tanto tempo sem jogar gera grande expectativa para sexta-feira. Sua campanha já é sólida o suficiente para subir de volta ao seu lugar. Desde São Januário, faz quatro pontos de seis toda vez que o combo tem um jogo fora e outro em casa. Para o acesso, basta.



No entanto, em se tratando de Grêmio, a régua fica baixa demais se o raciocínio contemplar só a volta à Série A. Roger Machado entendeu que fazer dois terços dos pontos a cada duas partidas lhe fará subir sem susto. Tem razão. No entanto, para sua permanência em 2023 e a do Grêmio voltando à Primeira Divisão, será preciso muito mais performance.

Com estes time e elenco, o Grêmio abriria o Brasileirão do ano que vem como gigante candidato ao quarto rebaixamento. Não é risco que a nova direção queira ou possa correr. Dois outros gigantes que subirão, Vasco e Cruzeiro, terão dinheiro jorrando das torneiras SAF. O outro provável classificado, o Bahia, está fechando acordo com o grupo City. Então, não é bom pensar 2023 só depois das eleições.

Cada candidato deveria estar contatando suas prioridades para confirmá-las quando eleito. O tempo é inimigo do Grêmio para a formação de um time competitivo na próxima temporada. Antes, vai ser possível ver se 10 dias de trabalho e repouso capacitaram o Grêmio a conseguir a segunda vitória fora de casa nesta sexta-feira contra o Guarani.



Grêmio, 2022, Sèrie B

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