A diretoria do Grêmio e o zagueiro Pedro Geromel se posicionaram sobre o comentário feito pelo jogador após a vitória por 2 a 0 diante do Náutico, pela 17ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro. O capitão gremista disse que "respondeu rapidamente" e "com a cabeça ainda na partida" ao questionamento sobre a braçadeira com as cores LGBTQIA+.
"Ontem, após o jogo, ainda no gramado, fui perguntado sobre a faixa de capitão que tenho usado. Com a cabeça ainda na partida, respondi rapidamente", introduziu o zagueiro. Me manifestei nas minhas redes sociais semana passada e todos que me conhecem não tem a menor dúvida sobre o meu posicionamento. Sempre por todos", completou.
Para Alexandre Bugin, diretor do projeto 'Grêmio para Todos', "há o entendimento" de que Geromel foi questionado em um contexto de exaustão na saída de campo. "O fato de ele não ter se detido ao assunto, de forma mais aprofundada, não caracteriza falta de sensibilidade sobre o debate que interesse a todos nós, dentro e fora de campo", destacou o dirigente.
Burgin ainda reforçou que o uso da braçadeira com as cores alusivas ao movimento "não está amparado apenas no acordo estabelecido com o STJD." A iniciativa também integra um conjunto de ações desenvolvidas pelo clube em parceria com o 'Clube de Todos', projeto gremista que instituiu políticas de inclusão e de conscientização contra atos de intolerância e de discriminação racial e homofóbica.
"A proposta é fazer o uso dela [braçadeira] e de outras ferramentas exclusivas ao espaço de competição, como as bandeirinhas de escanteio, também com as cores do movimento LBTQIA +, para marcar o posicionamento do Grêmio em relação ao tema. As ações já estão sendo realizadas desde o jogo contra o Londrina, no dia 28 de junho, antes mesmo da obrigatoriedade prevista no acordo", concluiu o diretor.
O que disse Geromel?
Em entrevista logo após o apito final, o capitão Geromel foi questionado ainda em campo pelo repórter da transmissão no 'Premiere' sobre a importância da braçadeira com as cores do arco-íris. O zagueiro deu uma resposta breve que gerou uma polêmica nas redes sociais.
"A gente tem que usar ela por 60 dias. E vou usar por esses 60 dias", afirmou o jogador. O trecho viralizou nas redes sociais e dividiu torcedores. Enquanto alguns criticaram a resposta do atleta diante do tema, outros minimizaram as poucas palavras diante do contexto da partida recém-finalizada. Diante da repercussão, o jogador utilizou suas redes sociais para se manifestar e negar qualquer falta de sensibilidade.
Por que a braçadeira LGBTQIA+? O Grêmio está utilizando a braçadeira de capitão com as cores LGBTQIA+ em função de uma determinação do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD). Durante a a partida de 8 de maio entre a equipe e o Cruzeiro, pela sexta rodada da Série B, as torcidas de ambos os clubes entoaram cânticos homofóbicos.
Por que a braçadeira LGBTQIA+?
O Grêmio está utilizando a braçadeira de capitão com as cores LGBTQIA+ em função de uma determinação do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD). Durante a a partida de 8 de maio entre a equipe e o Cruzeiro, pela sexta rodada da Série B, as torcidas de ambos os clubes entoaram cânticos homofóbicos.
Após o duelo, tanto Grêmio quanto Cruzeiro acionaram o Tribunal com Notícia de Infração com denúncias entre si. A entidade julgou os casos e definiu o pagamento de multa, além da realização de ações de conscientização, como a utilização da braçadeira alusiva.
Grêmio, 2022, Geromel
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"Ontem, após o jogo, ainda no gramado, fui perguntado sobre a faixa de capitão que tenho usado. Com a cabeça ainda na partida, respondi rapidamente", introduziu o zagueiro. Me manifestei nas minhas redes sociais semana passada e todos que me conhecem não tem a menor dúvida sobre o meu posicionamento. Sempre por todos", completou.
Para Alexandre Bugin, diretor do projeto 'Grêmio para Todos', "há o entendimento" de que Geromel foi questionado em um contexto de exaustão na saída de campo. "O fato de ele não ter se detido ao assunto, de forma mais aprofundada, não caracteriza falta de sensibilidade sobre o debate que interesse a todos nós, dentro e fora de campo", destacou o dirigente.
Burgin ainda reforçou que o uso da braçadeira com as cores alusivas ao movimento "não está amparado apenas no acordo estabelecido com o STJD." A iniciativa também integra um conjunto de ações desenvolvidas pelo clube em parceria com o 'Clube de Todos', projeto gremista que instituiu políticas de inclusão e de conscientização contra atos de intolerância e de discriminação racial e homofóbica.
"A proposta é fazer o uso dela [braçadeira] e de outras ferramentas exclusivas ao espaço de competição, como as bandeirinhas de escanteio, também com as cores do movimento LBTQIA +, para marcar o posicionamento do Grêmio em relação ao tema. As ações já estão sendo realizadas desde o jogo contra o Londrina, no dia 28 de junho, antes mesmo da obrigatoriedade prevista no acordo", concluiu o diretor.
O que disse Geromel?
Em entrevista logo após o apito final, o capitão Geromel foi questionado ainda em campo pelo repórter da transmissão no 'Premiere' sobre a importância da braçadeira com as cores do arco-íris. O zagueiro deu uma resposta breve que gerou uma polêmica nas redes sociais.
"A gente tem que usar ela por 60 dias. E vou usar por esses 60 dias", afirmou o jogador. O trecho viralizou nas redes sociais e dividiu torcedores. Enquanto alguns criticaram a resposta do atleta diante do tema, outros minimizaram as poucas palavras diante do contexto da partida recém-finalizada. Diante da repercussão, o jogador utilizou suas redes sociais para se manifestar e negar qualquer falta de sensibilidade.
Por que a braçadeira LGBTQIA+? O Grêmio está utilizando a braçadeira de capitão com as cores LGBTQIA+ em função de uma determinação do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD). Durante a a partida de 8 de maio entre a equipe e o Cruzeiro, pela sexta rodada da Série B, as torcidas de ambos os clubes entoaram cânticos homofóbicos.
Por que a braçadeira LGBTQIA+?
O Grêmio está utilizando a braçadeira de capitão com as cores LGBTQIA+ em função de uma determinação do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD). Durante a a partida de 8 de maio entre a equipe e o Cruzeiro, pela sexta rodada da Série B, as torcidas de ambos os clubes entoaram cânticos homofóbicos.
Após o duelo, tanto Grêmio quanto Cruzeiro acionaram o Tribunal com Notícia de Infração com denúncias entre si. A entidade julgou os casos e definiu o pagamento de multa, além da realização de ações de conscientização, como a utilização da braçadeira alusiva.
Grêmio, 2022, Geromel
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