Seis semanas sem perder, com um total de nove jogos de invencibilidade. Ao ganhar do Londrina por 1 a 0, na noite de ontem (28), o Grêmio chegou a mais de 40 dias sem derrota na Série B do Brasileiro. Mas em campo o time ainda apresenta problemas. Tem altos e baixos. E no jogo válido pela 15ª rodada mostrou abalo emocional com uma figura surpreendente: Pedro Geromel, que sacudiu Bitello pelos ombros após erro do volante. O próprio Grêmio reconhece e não teria como ser diferente. A cena do capitão reagindo à falha do volante foi forte. O lance também foi estopim para oscilação do time todo.
"Está mais leve o ambiente. Diria que temos de ter consciência de que caímos para a Segunda Divisão e foi dolorido para todos. Ninguém aceita isso, mas dói. E essa dor fica, fica essa ferida e o tempo conserta. Mas demanda tempo", comentou Denis Abrahão, vice de futebol do Grêmio.
A sequência sem derrotas envolve três vitórias e seis empates. O último revés do Grêmio foi diante do Cruzeiro, no distante 8 de maio, em Belo Horizonte. De lá para cá, o time atravessou por forte turbulência e até crise com a sombra de demissão de Roger Machado. As vitórias diante de Novo Novorizontino, Sampaio Corrêa e, agora, Londrina deram fôlego. O quarto lugar na tabela também.
"Continuamos com os pés no chão. Não vamos subir em junho. Mas a confiança de estar no G4 eleva a moral do grupo. As vitórias sem sofrer gol elevam a moral do grupo. Por mais que a gente busque não absorver o que vem de fora, o efeito positivo gera uma atmosfera positiva para a gente. Não vamos subir em julho, falei isso aos atletas. Cruzeiro e Vasco venceram vários jogos por 1 a 0 e descolaram. O cenário de projeção não muda, mas sem dúvida alguma gera otimismo", comentou Roger Machado, treinador da equipe.
Contra o Londrina, o Grêmio voltou a jogar no 4-2-3-1. Sem três zagueiros, a defesa viu falhas individuais deixarem o setor exposto. De toda forma, o time saiu mais uma vez sem levar gol. São apenas cinco gols sofridos em 15 partidas pela Série B. "A partir desse momento, estamos fechando quatro meses [à frente do Grêmio], né? Depois que os princípios básicos coletivos estão estruturados, você pode mexer na estrutura tática da equipe que os jogadores se adaptam. Com linha de cinco, a preocupação era fechar corredor lateral. Coberturas dentro de área, dinâmicas de movimentações são parecidas", argumento Roger.
O problema maior é conseguir apresentar constância. Repetir, ao longo de todo o jogo, o desempenho demonstrado em períodos específicos da partida. Diante do Londrina, o início do duelo foi promissor. Na etapa final, a equipe reproduziu alguns momentos bons. Agora, o Grêmio se prepara para enfrentar o Bahia, domingo (3), em Salvador.
Grêmio, 2022, Série B
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"Está mais leve o ambiente. Diria que temos de ter consciência de que caímos para a Segunda Divisão e foi dolorido para todos. Ninguém aceita isso, mas dói. E essa dor fica, fica essa ferida e o tempo conserta. Mas demanda tempo", comentou Denis Abrahão, vice de futebol do Grêmio.
A sequência sem derrotas envolve três vitórias e seis empates. O último revés do Grêmio foi diante do Cruzeiro, no distante 8 de maio, em Belo Horizonte. De lá para cá, o time atravessou por forte turbulência e até crise com a sombra de demissão de Roger Machado. As vitórias diante de Novo Novorizontino, Sampaio Corrêa e, agora, Londrina deram fôlego. O quarto lugar na tabela também.
"Continuamos com os pés no chão. Não vamos subir em junho. Mas a confiança de estar no G4 eleva a moral do grupo. As vitórias sem sofrer gol elevam a moral do grupo. Por mais que a gente busque não absorver o que vem de fora, o efeito positivo gera uma atmosfera positiva para a gente. Não vamos subir em julho, falei isso aos atletas. Cruzeiro e Vasco venceram vários jogos por 1 a 0 e descolaram. O cenário de projeção não muda, mas sem dúvida alguma gera otimismo", comentou Roger Machado, treinador da equipe.
Contra o Londrina, o Grêmio voltou a jogar no 4-2-3-1. Sem três zagueiros, a defesa viu falhas individuais deixarem o setor exposto. De toda forma, o time saiu mais uma vez sem levar gol. São apenas cinco gols sofridos em 15 partidas pela Série B. "A partir desse momento, estamos fechando quatro meses [à frente do Grêmio], né? Depois que os princípios básicos coletivos estão estruturados, você pode mexer na estrutura tática da equipe que os jogadores se adaptam. Com linha de cinco, a preocupação era fechar corredor lateral. Coberturas dentro de área, dinâmicas de movimentações são parecidas", argumento Roger.
O problema maior é conseguir apresentar constância. Repetir, ao longo de todo o jogo, o desempenho demonstrado em períodos específicos da partida. Diante do Londrina, o início do duelo foi promissor. Na etapa final, a equipe reproduziu alguns momentos bons. Agora, o Grêmio se prepara para enfrentar o Bahia, domingo (3), em Salvador.
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