DETIDO: José Maria Marin (83, Brasil) foi presidente da CBF e do Comitê Organizador da Copa de 2014. Estava no hotel em Zurique junto a outros dirigentes ligados à Fifa quando foi detido, com mais seis pessoas. O caso investiga corrupção na venda de direitos de marketing e transmissão e cita a Copa do Brasil. O contrato da CBF com a Nike também está sob investigação Marcus Brandt-3.dez.2013/EFE
A Justiça dos EUA tem mantido sigilo justamente sobre dados que podem complicar a situação dos dirigentes da CBF, enquanto libera informações relacionados a outras partes da investigação sobre corrupção na Fifa. Isso indica claramente que autoridades norte-americanas querem evitar que sejam atrapalhadas as investigações em curso sobre a confederação.
Na semana passada, o vice-presidente da CBF, José Maria Marin, foi preso com outros cartolas da entidade. A partir daí, foram divulgadas as acusações: o dirigente recebeu propinas relacionadas à Copa América e Copa do Brasil. Embora não cite outros cartolas da confederação, fica claro que um dos conspiradores é Ricardo Teixeira, e o texto indica que Marco Polo Del Nero está envolvido, o que ele nega.
O depoimento do empresário José Hawilla, da Traffic, que pagou os subornos, foi mantido em sigilo. Repórteres norte-americanos requisitaram acesso às suas declarações, mas isso foi negado pela corte de Nova Iorque. A alegação era de que o governo americano se opôs à divulgação e seus argumentos convenceram o juiz Raymond Dearie, que atua no episódio.
Em outros casos, a corte norte-americana já decidiu liberar a maior parte do depoimento de Chuck Blazer, ex-membro do Comitê Executivo da Fifa que dedurou a compra de votos de sede da Copa e de eleição da Fifa. A Justiça dos EUA também liberou o acesso a depoimento de Daryll Warner, filho do ex-vice presidente da Fifa Jack Warner, que também confessou crimes.
Ambos os depoimentos devem ser públicos nos próximos dias. Ou seja, dos três acusados que admitiram culpa e entregaram cúmplices, apenas o depoimento de José Hawilla continuará em sigilo por mais tempo. Como já disse o FBI, a investigação está só no começo com as prisões.
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A Justiça dos EUA tem mantido sigilo justamente sobre dados que podem complicar a situação dos dirigentes da CBF, enquanto libera informações relacionados a outras partes da investigação sobre corrupção na Fifa. Isso indica claramente que autoridades norte-americanas querem evitar que sejam atrapalhadas as investigações em curso sobre a confederação.
Na semana passada, o vice-presidente da CBF, José Maria Marin, foi preso com outros cartolas da entidade. A partir daí, foram divulgadas as acusações: o dirigente recebeu propinas relacionadas à Copa América e Copa do Brasil. Embora não cite outros cartolas da confederação, fica claro que um dos conspiradores é Ricardo Teixeira, e o texto indica que Marco Polo Del Nero está envolvido, o que ele nega.
O depoimento do empresário José Hawilla, da Traffic, que pagou os subornos, foi mantido em sigilo. Repórteres norte-americanos requisitaram acesso às suas declarações, mas isso foi negado pela corte de Nova Iorque. A alegação era de que o governo americano se opôs à divulgação e seus argumentos convenceram o juiz Raymond Dearie, que atua no episódio.
Em outros casos, a corte norte-americana já decidiu liberar a maior parte do depoimento de Chuck Blazer, ex-membro do Comitê Executivo da Fifa que dedurou a compra de votos de sede da Copa e de eleição da Fifa. A Justiça dos EUA também liberou o acesso a depoimento de Daryll Warner, filho do ex-vice presidente da Fifa Jack Warner, que também confessou crimes.
Ambos os depoimentos devem ser públicos nos próximos dias. Ou seja, dos três acusados que admitiram culpa e entregaram cúmplices, apenas o depoimento de José Hawilla continuará em sigilo por mais tempo. Como já disse o FBI, a investigação está só no começo com as prisões.
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