Ferreira voltou a centralizar as atenções nos bastidores do Grêmio ao ver um claro incômodo do clube estourar em manifestação oficial. Embora com interesse comum de recuperar a forma do atleta, duas versões surgem sobre o diagnóstico da hérnia inguinal tornado público na terça-feira.
O principal desconforto ocorreu por conta da escolha do atacante em fazer um tratamento com células-tronco, algo não indicado pelo Tricolor. Em contrapartida, o estafe do atacante de 24 anos entende que a lesão muscular sofrida no dia 14 de fevereiro foi considerada menor do que de fato era.
A cirurgia para correção da hérnia inguinal está marcada para ocorrer ainda nesta quarta-feira. A previsão é que o jogador siga afastado por pelo menos mais um mês, conforme seu estafe.
O desacerto entre clube e jogador foi definido como "conflito de interesses" por uma fonte ouvida pelo ge, embora a intenção seja a mesma: recuperar Ferreira das dores. Mas a operação é o fim de uma novela que se arrasta desde fevereiro deste ano.
Conforme apurou o ge, o resultado de (mais) um exame de imagem feito na última quinta por Ferreira saiu no fim da manhã de terça-feira. Foi o derradeiro realizado em um período de dois meses desde a lesão sofrida no empate contra o Juventude, na Arena, pelo Gauchão.
A nota oficial divulgada pelo Grêmio cita que a hérnia inguinal não havia sido detectada até então. Duas fontes afirmaram que o problema só foi diagnosticado depois do fim do tratamento convencional, feito na estrutura e sob os cuidados do clube.
- O Grêmio comunica, ainda, a inexistência de tal situação em qualquer das avaliações por imagem anteriores e/ou procedimentos clínicos internos aos quais o atleta tenha submetido-se, com tratamento conservador - diz o texto.
Incômodo de todos os lados
Há pouco mais de um mês, no entanto, pessoas do departamento de futebol do Grêmio haviam dito que o atacante tinha dores na região do púbis. Justamente o local do corpo onde ocorre a hérnia inguinal.
Ao mesmo tempo, o estafe do jogador afirma que o fisioterapeuta contratado para trabalhar com Ferreira contatou o departamento médico gremista e avisou de uma alteração na região abdominal sentida após exame de toque no atacante. Isto ocorreu no dia 24 de março.
A iniciativa para este novo procedimento foi tomada pelo estafe do atleta, conforme ouviu o ge de uma fonte próxima ao atacante. E só saiu porque Ferreira ainda relatava dores fortes.
Todo o longo processo de recuperação causou alguns atritos, mas que são vistos como superados. O vice de futebol Denis Abrahão mostrou incômodo ao responder perguntas sobre a situação do jogador em entrevistas coletivas.
Do outro lado, insinuações sobre as dores contínuas incomodaram os representantes de Ferreira. O departamento médico gremista alegava que a lesão na coxa estava cicatrizada, mas o jogador relatava problemas em determinados movimentos.
Camisa 10 sem jogar
O ano não tem sido bom para o atacante, que recebeu a camisa 10 quando teve oficializada a renovação de contrato como grande "reforço" para a disputa da Série B, no fim de janeiro.
Sem gols nem assistências em oito jogos disputados, Ferreira sofreu a lesão muscular na coxa no dia 14 de fevereiro. Tentou retornar contra o Mirassol, no dia 1º de março, pela Copa do Brasil, mas as dores impediram sua participação.
O atacante chegou a treinar em 10 de março, mas ficou fora da relação para a partida com o Ypiranga, na última rodada da primeira fase do Gauchão. Na ocasião, o nome de Ferreira chegou a constar em uma lista do Grêmio para o jogo, mas depois foi retirado.
No dia 14, Ferreira treinou, mas ainda relatava insegurança. Passou por um exame de imagem dois dias depois, pouco antes do Gre-Nal vencido pelo Grêmio por 3 a 0 no Beira-Rio. Ali, o médico que realizou o tratamento com células-tronco entendeu que a lesão não havia sido completamente cicatrizada.
Mesmo assim, o atacante jogou no dia 23, no segundo Gre-Nal da semifinal do Gauchão, e foi expulso durante os acréscimos. Voltou na final, atuou em mais dois jogos, contra Ponte Preta e Chapecoense, já na Série B, e está parado desde 15 de abril.
Um mês depois, o camisa 10 tricolor para 2022 deitará em uma mesa de cirurgia para enfim tentar encerrar os problemas físicos e ser peça-chave na campanha de retorno à elite do futebol brasileiro.
Grêmio, Ferreirinha, 2022, problema, diretoria
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O principal desconforto ocorreu por conta da escolha do atacante em fazer um tratamento com células-tronco, algo não indicado pelo Tricolor. Em contrapartida, o estafe do atacante de 24 anos entende que a lesão muscular sofrida no dia 14 de fevereiro foi considerada menor do que de fato era.
A cirurgia para correção da hérnia inguinal está marcada para ocorrer ainda nesta quarta-feira. A previsão é que o jogador siga afastado por pelo menos mais um mês, conforme seu estafe.
O desacerto entre clube e jogador foi definido como "conflito de interesses" por uma fonte ouvida pelo ge, embora a intenção seja a mesma: recuperar Ferreira das dores. Mas a operação é o fim de uma novela que se arrasta desde fevereiro deste ano.
Conforme apurou o ge, o resultado de (mais) um exame de imagem feito na última quinta por Ferreira saiu no fim da manhã de terça-feira. Foi o derradeiro realizado em um período de dois meses desde a lesão sofrida no empate contra o Juventude, na Arena, pelo Gauchão.
A nota oficial divulgada pelo Grêmio cita que a hérnia inguinal não havia sido detectada até então. Duas fontes afirmaram que o problema só foi diagnosticado depois do fim do tratamento convencional, feito na estrutura e sob os cuidados do clube.
- O Grêmio comunica, ainda, a inexistência de tal situação em qualquer das avaliações por imagem anteriores e/ou procedimentos clínicos internos aos quais o atleta tenha submetido-se, com tratamento conservador - diz o texto.
Incômodo de todos os lados
Há pouco mais de um mês, no entanto, pessoas do departamento de futebol do Grêmio haviam dito que o atacante tinha dores na região do púbis. Justamente o local do corpo onde ocorre a hérnia inguinal.
Ao mesmo tempo, o estafe do jogador afirma que o fisioterapeuta contratado para trabalhar com Ferreira contatou o departamento médico gremista e avisou de uma alteração na região abdominal sentida após exame de toque no atacante. Isto ocorreu no dia 24 de março.
A iniciativa para este novo procedimento foi tomada pelo estafe do atleta, conforme ouviu o ge de uma fonte próxima ao atacante. E só saiu porque Ferreira ainda relatava dores fortes.
Todo o longo processo de recuperação causou alguns atritos, mas que são vistos como superados. O vice de futebol Denis Abrahão mostrou incômodo ao responder perguntas sobre a situação do jogador em entrevistas coletivas.
Do outro lado, insinuações sobre as dores contínuas incomodaram os representantes de Ferreira. O departamento médico gremista alegava que a lesão na coxa estava cicatrizada, mas o jogador relatava problemas em determinados movimentos.
Camisa 10 sem jogar
O ano não tem sido bom para o atacante, que recebeu a camisa 10 quando teve oficializada a renovação de contrato como grande "reforço" para a disputa da Série B, no fim de janeiro.
Sem gols nem assistências em oito jogos disputados, Ferreira sofreu a lesão muscular na coxa no dia 14 de fevereiro. Tentou retornar contra o Mirassol, no dia 1º de março, pela Copa do Brasil, mas as dores impediram sua participação.
O atacante chegou a treinar em 10 de março, mas ficou fora da relação para a partida com o Ypiranga, na última rodada da primeira fase do Gauchão. Na ocasião, o nome de Ferreira chegou a constar em uma lista do Grêmio para o jogo, mas depois foi retirado.
No dia 14, Ferreira treinou, mas ainda relatava insegurança. Passou por um exame de imagem dois dias depois, pouco antes do Gre-Nal vencido pelo Grêmio por 3 a 0 no Beira-Rio. Ali, o médico que realizou o tratamento com células-tronco entendeu que a lesão não havia sido completamente cicatrizada.
Mesmo assim, o atacante jogou no dia 23, no segundo Gre-Nal da semifinal do Gauchão, e foi expulso durante os acréscimos. Voltou na final, atuou em mais dois jogos, contra Ponte Preta e Chapecoense, já na Série B, e está parado desde 15 de abril.
Um mês depois, o camisa 10 tricolor para 2022 deitará em uma mesa de cirurgia para enfim tentar encerrar os problemas físicos e ser peça-chave na campanha de retorno à elite do futebol brasileiro.
Grêmio, Ferreirinha, 2022, problema, diretoria
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