Kleber Gladiador voltará a Porto Alegre para a audiência (Foto: Marcelo Braga)
A relação do Grêmio com Kleber Gladiador começa a ser debatida na Justiça do Trabalho nesta segunda-feira. O primeiro capítulo da briga judicial do atacante com o clube deve ser rápido e sem muitas novidades. A audiência conciliatória ainda carrega uma possibilidade de acordo entre o jogador e o Tricolor. Mas as duas partes consideram muito difícil que uma negociação positiva aconteça no encontro da próxima manhã.
A reunião entre Kleber Gladiador e seus advogados e os responsáveis pelo departamento jurídico do Grêmio contará com a mediação de um juiz. Essa novidade em relação à negociação de outrora pode gerar mudanças nas negociações. Dos dois lados, se ouve que o acordo "ainda é possível". Mas ambos também parecem ter afinado o discurso ao afirmar que a dificuldade é muito grande para que isso ocorra.
Em caso de negativa na possibilidade de acordo, o encontro fica terminado e o próximo é marcado, chamado de audiência de instrução. Se houver sinalização de que as partes podem se acertar, a negociação começa e pode se estender por mais tempo. Algo que já foi tentado desde o início do ano, quando a diretoria gremista queria acertar a rescisão amigável com Kleber, sem sucesso.
O Gladiador está liberado para acertar com outro clube, após ter conseguido liminar na Justiça. No entanto, ainda não fechou com nenhuma equipe. Figueirense e Fort Lauderdale Strikers, da liga americana secundária, demonstraram interesse no jogador. A rescisão só foi possível por ter uma cláusula que previa liberação a partir de atraso no pagamento dos direitos de imagem.
Além do pagamento do restante do contrato, Kleber pede também R$ 17,4 milhões em dano moral. Somando, portanto, rescisão, danos morais e atrasos nos direitos de imagem, o atleta cobra, no mínimo, R$ 30,4 milhões.
Curiosamente, é um valor semelhante à cláusula de venda de seus direitos econômicos a um clube brasileiro, estipulada no contrato em R$ 40 milhões.
Apesar de Kleber ter obtido a liberação liminar, o processo promete ser longo.
Questões trabalhistas costumam se arrastar na Justiça. De acordo com o advogado do Grêmio, Gabriel Vieira, a média é de resolução entre três e quatro anos.
Kleber entrou em rota de colisão com o clube (Foto: Lucas Uebel/Grêmio FBPA)
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A reunião entre Kleber Gladiador e seus advogados e os responsáveis pelo departamento jurídico do Grêmio contará com a mediação de um juiz. Essa novidade em relação à negociação de outrora pode gerar mudanças nas negociações. Dos dois lados, se ouve que o acordo "ainda é possível". Mas ambos também parecem ter afinado o discurso ao afirmar que a dificuldade é muito grande para que isso ocorra.
Em caso de negativa na possibilidade de acordo, o encontro fica terminado e o próximo é marcado, chamado de audiência de instrução. Se houver sinalização de que as partes podem se acertar, a negociação começa e pode se estender por mais tempo. Algo que já foi tentado desde o início do ano, quando a diretoria gremista queria acertar a rescisão amigável com Kleber, sem sucesso.
O Gladiador está liberado para acertar com outro clube, após ter conseguido liminar na Justiça. No entanto, ainda não fechou com nenhuma equipe. Figueirense e Fort Lauderdale Strikers, da liga americana secundária, demonstraram interesse no jogador. A rescisão só foi possível por ter uma cláusula que previa liberação a partir de atraso no pagamento dos direitos de imagem.
Além do pagamento do restante do contrato, Kleber pede também R$ 17,4 milhões em dano moral. Somando, portanto, rescisão, danos morais e atrasos nos direitos de imagem, o atleta cobra, no mínimo, R$ 30,4 milhões.
Curiosamente, é um valor semelhante à cláusula de venda de seus direitos econômicos a um clube brasileiro, estipulada no contrato em R$ 40 milhões.
Apesar de Kleber ter obtido a liberação liminar, o processo promete ser longo.
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Kleber entrou em rota de colisão com o clube (Foto: Lucas Uebel/Grêmio FBPA)
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