Roger Machado contou mais uma de suas boas historias em entrevista ao site UOL. Em um dos trechos do papo, o técnico gremista falou sobre a importância dos veteranos para o desenvolvimento dos mais os jovens.
Nos tempos de jogador, Roger, ainda um jovem promissor, falhou em um duelo importante, mas o ex-volante Goiano, com quem atuou no Grêmio, lhe ajudou a assimilar o golpe e seguir em frente.
“Que os jovens brilhem protegidos pela sombra dos mais experientes (…) Me recordo como se fosse hoje da final da Libertadores, depois de 3 a 1 no Olímpico, a gente saiu perdendo de 1 a 0, e eu tinha 20 anos. A jogada do gol [do Nacional de Medellín] saiu pelo meu lado e, mesmo que eu não tivesse obrigatoriamente uma falha, vi o estádio vir abaixo e procurei logo os mais experientes. O primeiro contato que eu fiz foi com o [Luís Carlos] Goiano. Sem ouvir o que ele me disse, lendo os lábios dele, entendi ele falar: ‘calma, neguinho. Não aconteceu nada, continua jogando e vamos lá’. Aquilo jogou tranquilidade no meu corpo e me permitiu ficar na partida. Por isso falo em caras [experientes] como suporte. Isso pode acontecer com [jogadores de] 20 anos, 21, 25”, destacou Roger Machado em entrevista ao site UOL.
Para buscar o acesso à elite do futebol brasileiro, o Grêmio não poderá contar somente com a juventude. Nos momentos difíceis, quem realmente segura a bronca são os “cascudos”, aqueles que já possuem lastro e estofo para sair em defesa do grupo e reverter as situações.
Grêmio, Roger Machado, Série B
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“Que os jovens brilhem protegidos pela sombra dos mais experientes (…) Me recordo como se fosse hoje da final da Libertadores, depois de 3 a 1 no Olímpico, a gente saiu perdendo de 1 a 0, e eu tinha 20 anos. A jogada do gol [do Nacional de Medellín] saiu pelo meu lado e, mesmo que eu não tivesse obrigatoriamente uma falha, vi o estádio vir abaixo e procurei logo os mais experientes. O primeiro contato que eu fiz foi com o [Luís Carlos] Goiano. Sem ouvir o que ele me disse, lendo os lábios dele, entendi ele falar: ‘calma, neguinho. Não aconteceu nada, continua jogando e vamos lá’. Aquilo jogou tranquilidade no meu corpo e me permitiu ficar na partida. Por isso falo em caras [experientes] como suporte. Isso pode acontecer com [jogadores de] 20 anos, 21, 25”, destacou Roger Machado em entrevista ao site UOL.
Para buscar o acesso à elite do futebol brasileiro, o Grêmio não poderá contar somente com a juventude. Nos momentos difíceis, quem realmente segura a bronca são os “cascudos”, aqueles que já possuem lastro e estofo para sair em defesa do grupo e reverter as situações.
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