Jovem de apenas 19 anos, o meia Gabriel Silva foi um dos interessantes valores lançado pelo Grêmio ao longo do pentacampeonato do Gauchão obtido no sábado passado sobre o Ypiranga. Ele chegou a ter partidas com Vagner Mancini e depois se manteve utilizado por Roger Machado, explicando ao site Globo Esporte algumas diferenças dos trabalhos:
“Quando eu estava com Mancini, ele me colocava de meia também, de ponta. Tenho essa característica de jogar de ponta, a gente conversou e entrou num consenso de que na opinião dele seria melhor eu ser utilizado na ponta, pelos lados do campo. Quando o Roger chegou, perguntou onde eu me sentia mais à vontade. Pela minha posição de origem, disse que me sentia mais à vontade como meia. Tivemos um diálogo e ele optou por eu jogar por dentro, mas se tiver a posição de jogar na ponta eu faço também, sem problema nenhum”, declarou.
Para ele, a sensação de um primeiro título pelo time gremista logo cedo é “maravilhosa”:
“É uma sensação maravilhosa. Acabei de subir ao profissional, pude contribuir para equipe e ser campeão. Essa folga é essencial para eu aproveitar a família, fazer ligações para São Paulo, onde tenho parentes. Foi muito importante este título”.
Gabriel já tem 14 partidas realizadas pelo Grêmio e um gol marcado no empate em 1×1 com o Novo Hamburgo.
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Para ele, a sensação de um primeiro título pelo time gremista logo cedo é “maravilhosa”:
“É uma sensação maravilhosa. Acabei de subir ao profissional, pude contribuir para equipe e ser campeão. Essa folga é essencial para eu aproveitar a família, fazer ligações para São Paulo, onde tenho parentes. Foi muito importante este título”.
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