Roger abandonou o tradicional 4-2-3-1 e imprimiu o seu estilo no 4-1-4-1 | Foto: Lucas Uebel / Grêmio FBPA / CP
Das dúvidas que Roger Machado pode ter para começar a partida na Arena, neste sábado, contra o Ypiranga, às 16h30min, pela final do Gauchão, nenhuma passa pelo meio de campo. O setor foi responsável pela mudança de postura e de rendimento da equipe. Porém, antes de solidificar o time, a meia cancha também passou por alterações – algumas delas pedidos antigos da torcida tricolor.
A transformação veio diretamente da formação, onde Roger abandonou o tradicional 4-2-3-1 e imprimiu o seu estilo no 4-1-4-1, com uma evolução na saída da bola. Sem Thiago Santos, que vinha sofrendo críticas, o treinador conseguiu dar espaço a Bitello. Mesmo que em funções diferentes, a alteração direta fez também com que os seus parceiros também evoluíssem e finalmente achassem seu lugar.
O treinador passou a utilizar Villasanti como primeiro homem de meio de campo. Ao seu lado, Lucas Silva, que antes jogava mais recuado, pôde também explorar a parte ofensiva, em uma linha mais à frente, junto com o jovem Bitello. O resultado das mudanças foi mais significativo do que se imaginava: logo de cara um 3 a 0 em cima do maior rival, com a melhor atuação da temporada, no clássico Gre-Nal de ida da semifinal.
Se coletivamente os atletas conseguiram melhorar a saída de bola, velocidade e armação das jogadas para o ataque, individualmente cada um também cresceu. Villasanti, por exemplo, tem 93,7% de passes certos. Na competição, tem ainda o melhor desarme, com 74% de aproveitamento. Já Lucas Silva conquistou a confiança do técnico e reconquistou a da torcida. Na sua retomada de rendimento, foi autor do gol da vitória no jogo de ida em Erechim.
Bittelo é a revelação do time. O jogador iniciou o ano no grupo de transição e depois foi alçado ao principal, mas foi com Roger que ganhou as principais oportunidades. Desde a sua entrada no setor, o jovem marcou dois gols.
A formação no meio campo obrigou o treinador a “subir” Campaz para ponta-direita, onde finalmente conseguiu o encaixe perfeito. Do outro lado, “desceu” Elias, que se mostrou uma boa opção ao titular Ferreira na ponta-esquerda.
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A transformação veio diretamente da formação, onde Roger abandonou o tradicional 4-2-3-1 e imprimiu o seu estilo no 4-1-4-1, com uma evolução na saída da bola. Sem Thiago Santos, que vinha sofrendo críticas, o treinador conseguiu dar espaço a Bitello. Mesmo que em funções diferentes, a alteração direta fez também com que os seus parceiros também evoluíssem e finalmente achassem seu lugar.
O treinador passou a utilizar Villasanti como primeiro homem de meio de campo. Ao seu lado, Lucas Silva, que antes jogava mais recuado, pôde também explorar a parte ofensiva, em uma linha mais à frente, junto com o jovem Bitello. O resultado das mudanças foi mais significativo do que se imaginava: logo de cara um 3 a 0 em cima do maior rival, com a melhor atuação da temporada, no clássico Gre-Nal de ida da semifinal.
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