Foto: Lucas Uebel/Divulgação Grêmio
Dois times bem distintos dentro da mesma temporada. Ainda no primeiro semestre. O Grêmio vive 2022 assim, após a saída de Vagner Mancini e chegada de Roger Machado. Diante do Ypiranga-RS, sábado (2), na final do Gauchão, o clube chegará à décima partida desde a troca de treinador e as alterações são cada vez mais nítidas. Elas passam pela escalação, modelo de jogo e até referências dentro das quatro linhas.
O Grêmio de Vagner Mancini não perdeu em 2022, enquanto o time comandado por Roger chegou à final do Gauchão com direito a atuação histórica no Gre-Nal.
Hoje (31), o Grêmio completa 46 dias de trabalho desde a demissão de Mancini. O treinador foi sacado após empate com o Juventude, na Arena do Grêmio. Foram quatro jogos em 2022, com três vitórias e o derradeiro placar de 1 a 1.
Vagner Mancini havia montado o Grêmio com um meia centralizado, ênfase do jogo dos laterais ofensivos e manutenção de dois volantes alinhados à frente da área. Campaz e Benítez abriram a temporada em disputa particular, para ocupar a vaga de "camisa 10".
Foram sete gols marcados e três gols sofridos. Com direito a virada diante do Aimoré, na reta final do jogo no estádio Cristo Rei. A partida, aliás, entregou um legado de Mancini ao trabalho de Roger: a improvisação de Rodrigues como lateral direito.
O Grêmio de Mancini na versão 2022 tinha Orejuela e Diogo Barbosa nas laterais. Thiago Santos como volante e protagonismo distribuído entre Campaz ou Benítez, Ferreira e Diego Souza.
Roger já comandou o Grêmio em oito partidas, com quatro vitórias, um empate e três derrotas. Se houve eliminação para o Mirassol, na primeira fase da Copa do Brasil, por outro lado o time caminha em passo acelerado rumo a outro jeito de jogar. Saíram os volantes alinhados à frente da área, entrou a figura de um volante fixo e dois meias mais dinâmicos à frente. Além da mudança de protagonistas com e sem a bola.
Ao contrário de Vagner Mancini, os laterais deixaram de participar por dentro. Os meia-atacantes ganharam ainda mais protagonismo, mas os meias viraram chave. O Grêmio de Roger na versão 2022 não tem um meia centralizado. Benítez perdeu fôlego na disputa interna e Campaz passou a ser explorado pelos lados. Por dentro, Bitello e Lucas Silva se desdobram na missão de fechar espaços e distribuir o jogo. Rápido. Vertical.
A avaliação interna é que o novo Grêmio, ainda em formação, apresenta uma postura mais condizente com a grande missão do ano: voltar à primeira divisão.
O Grêmio atual deu mais espaço a Elias Manoel, que foi promovido por Vagner Mancini ainda em 2021, mas recebeu poucos minutos. Mas em compensação, Roger ainda não pôde explorar Ferreira ao máximo. O meia-atacante teve lesão muscular justamente na última partida com o antigo treinador e ainda trabalha para voltar a estar 100% fisicamente.
O Grêmio de 2022 de Roger tem protagonismo de Villasanti, Bitello, Elias Manoel e Campaz.
O Grêmio volta a campo contra o Ypiranga no sábado (2), com a vantagem no placar podendo empatar para conquistar o título do Campeonato Gaúcho.
#gremio #imortal #tricolor #mudancas #rogermachado
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O Grêmio de Vagner Mancini não perdeu em 2022, enquanto o time comandado por Roger chegou à final do Gauchão com direito a atuação histórica no Gre-Nal.
Hoje (31), o Grêmio completa 46 dias de trabalho desde a demissão de Mancini. O treinador foi sacado após empate com o Juventude, na Arena do Grêmio. Foram quatro jogos em 2022, com três vitórias e o derradeiro placar de 1 a 1.
Vagner Mancini havia montado o Grêmio com um meia centralizado, ênfase do jogo dos laterais ofensivos e manutenção de dois volantes alinhados à frente da área. Campaz e Benítez abriram a temporada em disputa particular, para ocupar a vaga de "camisa 10".
Foram sete gols marcados e três gols sofridos. Com direito a virada diante do Aimoré, na reta final do jogo no estádio Cristo Rei. A partida, aliás, entregou um legado de Mancini ao trabalho de Roger: a improvisação de Rodrigues como lateral direito.
O Grêmio de Mancini na versão 2022 tinha Orejuela e Diogo Barbosa nas laterais. Thiago Santos como volante e protagonismo distribuído entre Campaz ou Benítez, Ferreira e Diego Souza.
Roger já comandou o Grêmio em oito partidas, com quatro vitórias, um empate e três derrotas. Se houve eliminação para o Mirassol, na primeira fase da Copa do Brasil, por outro lado o time caminha em passo acelerado rumo a outro jeito de jogar. Saíram os volantes alinhados à frente da área, entrou a figura de um volante fixo e dois meias mais dinâmicos à frente. Além da mudança de protagonistas com e sem a bola.
Ao contrário de Vagner Mancini, os laterais deixaram de participar por dentro. Os meia-atacantes ganharam ainda mais protagonismo, mas os meias viraram chave. O Grêmio de Roger na versão 2022 não tem um meia centralizado. Benítez perdeu fôlego na disputa interna e Campaz passou a ser explorado pelos lados. Por dentro, Bitello e Lucas Silva se desdobram na missão de fechar espaços e distribuir o jogo. Rápido. Vertical.
A avaliação interna é que o novo Grêmio, ainda em formação, apresenta uma postura mais condizente com a grande missão do ano: voltar à primeira divisão.
O Grêmio atual deu mais espaço a Elias Manoel, que foi promovido por Vagner Mancini ainda em 2021, mas recebeu poucos minutos. Mas em compensação, Roger ainda não pôde explorar Ferreira ao máximo. O meia-atacante teve lesão muscular justamente na última partida com o antigo treinador e ainda trabalha para voltar a estar 100% fisicamente.
O Grêmio de 2022 de Roger tem protagonismo de Villasanti, Bitello, Elias Manoel e Campaz.
O Grêmio volta a campo contra o Ypiranga no sábado (2), com a vantagem no placar podendo empatar para conquistar o título do Campeonato Gaúcho.
#gremio #imortal #tricolor #mudancas #rogermachado
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