Mais do que uma vitória para “lavar a alma” após a atuação ruim no último clássico, o placar de 3 a 0 no Gre-Nal 436 mostrou que acima de vontade, o Grêmio encaixou e encontrou seu caminho para o restante da temporada.
É claro que as mudanças promovidas na formação surtiram efeito, mas os 10 dias de trabalho entre uma partida e outra mostraram também uma evolução de confiança, postura e união do grupo. A comparação com a última apresentação em confronto com o rival, é claro, se tornou inevitável.
“Foi diferente do primeiro jogo, em que também tivemos menos a bola que o Inter, mas não conseguimos ser tão contundentes como fomos hoje. Sair na frente gera instabilidade no adversário, sem dúvida. Mas também os encaixes de marcação melhoraram”, ressaltou o treinador.
Assim como visto pelos torcedores, para Roger, a formação ideal parece ter sido encontrada, com o tripé de volantes de Lucas Silva, Villasanti e Bitello, além das entradas de Campaz e Elias pelos lados. “Há mais elementos a serem observados, mas como falei para o Diego Cerri (diretor executivo do clube), acho que encontramos o caminho”, afirmou. Por outro lado, o técnico também garantiu que não foi uma “invenção”, já que o jovem vinha sendo utilizado como centroavante. De acordo com Roger, o jogador é um especialista na posição, e na verdade fez toda a sua formação jogando pelo lado.
O poderio ofensivo com Elias não foi sentido apenas no ataque. A escalação do jogador provocou também cautela na lateral-direita do Inter, setor de Fabricio Bustos. No Gre-Nal da classificatória, o argentino foi dominante. Com o atacante do Grêmio em campo no domingo, Bustos teve que se preocupar com as investidas de Elias, o que praticamente anulou o lado direito da equipe de Medina.
Já o vice Dênis Abrahão, que também comemorou bastante a vitória, reservou parte do seu discurso para criticar mais um episódio de violência no clássico, desta vez contra Lucas Silva, e também ao lance da expulsão.
“Fiquei preocupado. Tivemos lances animalescos no estádio. Pontapé sem bola. Atiraram telefone em um jogador do Grêmio. Por muito menos, interditaram a Arena 20 vezes já. Me preocupei com a truculência, a violência”, criticou o dirigente.
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“Foi diferente do primeiro jogo, em que também tivemos menos a bola que o Inter, mas não conseguimos ser tão contundentes como fomos hoje. Sair na frente gera instabilidade no adversário, sem dúvida. Mas também os encaixes de marcação melhoraram”, ressaltou o treinador.
Assim como visto pelos torcedores, para Roger, a formação ideal parece ter sido encontrada, com o tripé de volantes de Lucas Silva, Villasanti e Bitello, além das entradas de Campaz e Elias pelos lados. “Há mais elementos a serem observados, mas como falei para o Diego Cerri (diretor executivo do clube), acho que encontramos o caminho”, afirmou. Por outro lado, o técnico também garantiu que não foi uma “invenção”, já que o jovem vinha sendo utilizado como centroavante. De acordo com Roger, o jogador é um especialista na posição, e na verdade fez toda a sua formação jogando pelo lado.
O poderio ofensivo com Elias não foi sentido apenas no ataque. A escalação do jogador provocou também cautela na lateral-direita do Inter, setor de Fabricio Bustos. No Gre-Nal da classificatória, o argentino foi dominante. Com o atacante do Grêmio em campo no domingo, Bustos teve que se preocupar com as investidas de Elias, o que praticamente anulou o lado direito da equipe de Medina.
Já o vice Dênis Abrahão, que também comemorou bastante a vitória, reservou parte do seu discurso para criticar mais um episódio de violência no clássico, desta vez contra Lucas Silva, e também ao lance da expulsão.
“Fiquei preocupado. Tivemos lances animalescos no estádio. Pontapé sem bola. Atiraram telefone em um jogador do Grêmio. Por muito menos, interditaram a Arena 20 vezes já. Me preocupei com a truculência, a violência”, criticou o dirigente.
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