Delfim de Pádua Peixoto fez parte da mesma chapa de Marin e Del Nero (Foto: CBF)
Como afastamento, ainda que temporário, de José Maria Marin de toda as atividades relacionadas ao futebol, a linha de sucessão da CBF mudou. Há um novo vice-presidente mais velho: Delfim Peixoto, que representa a região Sul e também comanda a Federação Catarinense. E isso aumenta de relevância com a possibilidade de que um dos co-conspiradores relatados pelas autoridades dos Estados Unidos seja o atual presidente, Marco Polo Del Nero.
Apesar de não ter concordado com a decisão da cúpula da CBF de retirar da sede da entidade o nome de Marin, Deifim, ressaltando que não pensa em ser presidente, se coloca à disposição caso seja necessário ocupar o cargo mais importante do futebol nacional.
- O nome dele (Del Nero) não foi citado. Tomara que não esteja. Nunca quis ser vice, poderia ter sido na gestão Ricardo Teixeira. Fui pressionado pelo Marco Polo para ser. Nunca sonhei ser presidente da CBF. Não é minha aspiração, muito menos numa situação como essa. Mas estou aqui para colaborar. Vamos ver como isso vai se desenrolar - disse o dirigente ao LANCE!.
Foi Delfim que sugeriu, durante assembleia geral da CBF, que o nome da sede fosse dado a Marin. Por isso, ele entende que só os presidentes de federação deveriam ter a prerrogativa de definir o futuro da homenagem.
- Acho errado. Primeiro que não há condenação. A pessoa só é culpada quando há condenação. Indiciado é uma coisa. Condenado é outra. Foi a assembleia geral que deu o nome, a assembleia que deveria tirar. Eu não fui consultado. Duvido que outros presidentes foram. A não ser que o presidente Del Nero tenha conhecimento de mais fatos que nos , mas quem dirige a CBF é a assembleia geral. E qual o problema do nome? - disse ele, evitando condenar o agora ex-vice-presidente da entidade:
- Sempre acredito na justiça. É cedo para dar opinião. Sou advogado criminalista, sempre me baseei nas provas. Até agora, não vejo provas, só indiciamentos. Nós temos que tomar cuidado, ir com tranquilidade. Espero que isso tudo não tenha passado de um pesadelo.
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Como afastamento, ainda que temporário, de José Maria Marin de toda as atividades relacionadas ao futebol, a linha de sucessão da CBF mudou. Há um novo vice-presidente mais velho: Delfim Peixoto, que representa a região Sul e também comanda a Federação Catarinense. E isso aumenta de relevância com a possibilidade de que um dos co-conspiradores relatados pelas autoridades dos Estados Unidos seja o atual presidente, Marco Polo Del Nero.
Apesar de não ter concordado com a decisão da cúpula da CBF de retirar da sede da entidade o nome de Marin, Deifim, ressaltando que não pensa em ser presidente, se coloca à disposição caso seja necessário ocupar o cargo mais importante do futebol nacional.
- O nome dele (Del Nero) não foi citado. Tomara que não esteja. Nunca quis ser vice, poderia ter sido na gestão Ricardo Teixeira. Fui pressionado pelo Marco Polo para ser. Nunca sonhei ser presidente da CBF. Não é minha aspiração, muito menos numa situação como essa. Mas estou aqui para colaborar. Vamos ver como isso vai se desenrolar - disse o dirigente ao LANCE!.
Foi Delfim que sugeriu, durante assembleia geral da CBF, que o nome da sede fosse dado a Marin. Por isso, ele entende que só os presidentes de federação deveriam ter a prerrogativa de definir o futuro da homenagem.
- Acho errado. Primeiro que não há condenação. A pessoa só é culpada quando há condenação. Indiciado é uma coisa. Condenado é outra. Foi a assembleia geral que deu o nome, a assembleia que deveria tirar. Eu não fui consultado. Duvido que outros presidentes foram. A não ser que o presidente Del Nero tenha conhecimento de mais fatos que nos , mas quem dirige a CBF é a assembleia geral. E qual o problema do nome? - disse ele, evitando condenar o agora ex-vice-presidente da entidade:- Sempre acredito na justiça. É cedo para dar opinião. Sou advogado criminalista, sempre me baseei nas provas. Até agora, não vejo provas, só indiciamentos. Nós temos que tomar cuidado, ir com tranquilidade. Espero que isso tudo não tenha passado de um pesadelo.
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