Em entrevista concedida à Rádio Gre-Nal durante a tarde desta terça-feira, o vice-presidente do Conselho de Administração do Grêmio, Guto Peixoto, falou do peso e da responsabilidade do confronto da noite, 21h30, fora, diante do Mirassol, pela primeira fase da Copa do Brasil. O dirigente gremista fez elogios ao time do interior paulista.
“É um peso grande pela nossa responsabilidade. Um clube como o nosso entra pra ganhar. Temos cinco taças dessa competição. Mesmo com a circunstância atual do Brasileiro. Fazia tempo que não jogávamos a Copa do Brasil desde a primeira fase com essa regra. Vai fazer uma diferença enorme na nossa temporada esse jogo, inclusive na questão anímica”, declarou, antes de ampliar:
“Mirassol está motivado e é um clube de história recente bem competitiva. Tem feito bons Paulistões. Está na Série C, mas tem estrutura e perfil de jogo até acima da série que se encontra. Tem feito enfrentamentos aguerridos contra os grandes de São Paulo. É um teste pra gente, mas não podemos ficar escolhendo adversário, ainda mais na fase inicial”.
Peixoto também falou sobre os casos tristes antes do Gre-Nal do último sábado e disse ter pego em mãos a grande pedra que atingiu Villasanti dentro do ônibus:
“Um episódio lamentável, que foi bem sofrido no primeiro dia com as notícias do Villasanti. Foi um susto, que já passou sobre o Villasanti. Está bem e se recuperando. Teve o caso do Bahia, a invasão no jogo do Paraná. Uma semana atípica. Isso assusta a todos e atrapalha o ambiente. Mas do sábado para cá, já se passaram três dias, já treinamos, concentramos. É episódio superado e vamos olhar para frente”, comentou o dirigente, para depois terminar:
“Falar sobre o coirmão não me cabe. Cada um fala por suas convicções. Mas isso não pode ficar assim. Foi um atentado. Se há responsabilidade ou não do Inter, não podemos julgar. E se essa pedra pega frontalmente na cabeça dele? Parece que pegou no tablet e parte da tela afundou. Eu peguei a pedra na mão. Se pega na cabeça, podia matar. Isso não pode mais ocorrer. As medidas do Grêmio são para que isso não se repita. Esse trajeto vai ser feito de novo. Como vai ser no dia 9?”.
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“É um peso grande pela nossa responsabilidade. Um clube como o nosso entra pra ganhar. Temos cinco taças dessa competição. Mesmo com a circunstância atual do Brasileiro. Fazia tempo que não jogávamos a Copa do Brasil desde a primeira fase com essa regra. Vai fazer uma diferença enorme na nossa temporada esse jogo, inclusive na questão anímica”, declarou, antes de ampliar:
“Mirassol está motivado e é um clube de história recente bem competitiva. Tem feito bons Paulistões. Está na Série C, mas tem estrutura e perfil de jogo até acima da série que se encontra. Tem feito enfrentamentos aguerridos contra os grandes de São Paulo. É um teste pra gente, mas não podemos ficar escolhendo adversário, ainda mais na fase inicial”.
Peixoto também falou sobre os casos tristes antes do Gre-Nal do último sábado e disse ter pego em mãos a grande pedra que atingiu Villasanti dentro do ônibus:
“Um episódio lamentável, que foi bem sofrido no primeiro dia com as notícias do Villasanti. Foi um susto, que já passou sobre o Villasanti. Está bem e se recuperando. Teve o caso do Bahia, a invasão no jogo do Paraná. Uma semana atípica. Isso assusta a todos e atrapalha o ambiente. Mas do sábado para cá, já se passaram três dias, já treinamos, concentramos. É episódio superado e vamos olhar para frente”, comentou o dirigente, para depois terminar:
“Falar sobre o coirmão não me cabe. Cada um fala por suas convicções. Mas isso não pode ficar assim. Foi um atentado. Se há responsabilidade ou não do Inter, não podemos julgar. E se essa pedra pega frontalmente na cabeça dele? Parece que pegou no tablet e parte da tela afundou. Eu peguei a pedra na mão. Se pega na cabeça, podia matar. Isso não pode mais ocorrer. As medidas do Grêmio são para que isso não se repita. Esse trajeto vai ser feito de novo. Como vai ser no dia 9?”.
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