Foto: Lucas Uebel/Divulgação Grêmio
A atuação do último fim de semana, com direito a goleada de 4 a 0 sobre o São Luiz, trouxe a promessa de um futuro mais promissor ao Grêmio. O meio-campo mais leve escalado por Roger Machado transformou sua estreia em um alento para o torcedor tricolor. Fosse uma ocasião normal, era natural que o treinador desse sequência ao time. Porém, o calendário do Gauchão reservou um teste de fogo para a rodada seguinte: nada menos do que o Gre-Nal.
Com isso, três guris que se destacaram na Arena, no sábado passado, ainda aguardam com expectativa pela definição do time — e para saber se terão a chance de estrear no maior clássico do futebol brasileiro. Crias do CT Hélio Dourado, Bitello, Gabriel Silva e Rildo podem enfrentar o Inter pela primeira vez como profissionais.
"Não sei se todos eles vão jogar, talvez jogue um ou outro. Quem define a escalação é o Roger, mas a gente tem trabalhado psicologicamente todos os jogadores da base para eles jogarem o Gre-Nal, dando força a eles", sinaliza o diretor de futebol Sérgio Vazques.
O dirigente fala com propriedade sobre o lançamento de garotos. Há três décadas, ele foi responsável pelas categorias de base que abasteceram o time bicampeão da Libertadores em 1995. Entre eles, o atual treinador gremista, que foi o lateral-esquerdo do lendário Tricolor comandado por Luiz Felipe Scolari.
"O próprio Roger é um exemplo, porque foi um jogador oriundo da base do Grêmio. E, como treinador, também já enfrentou isso, principalmente no Fluminense, onde lançou vários jovens. Então, estamos dando todo apoio e aqueles que entrarem no Gre-Nal, com certeza, vão começar bem aliviados e com o apoio da diretoria. O Roger passa tranquilidade a eles, fala para fazerem o que sabem fazer de melhor. Lógico que uns sentem mais e outros menos. Isso varia da personalidade de cada um, mas o apoio mental está sendo dado", completa Vazques.
O dirigente fala com propriedade sobre o lançamento de garotos. Há três décadas, ele foi responsável pelas categorias de base que abasteceram o time bicampeão da Libertadores em 1995. Entre eles, o atual treinador gremista, que foi o lateral-esquerdo do lendário Tricolor comandado por Luiz Felipe Scolari.
"O próprio Roger é um exemplo, porque foi um jogador oriundo da base do Grêmio. E, como treinador, também já enfrentou isso, principalmente no Fluminense, onde lançou vários jovens. Então, estamos dando todo apoio e aqueles que entrarem no Gre-Nal, com certeza, vão começar bem aliviados e com o apoio da diretoria. O Roger passa tranquilidade a eles, fala para fazerem o que sabem fazer de melhor. Lógico que uns sentem mais e outros menos. Isso varia da personalidade de cada um, mas o apoio mental está sendo dado", completa Vazques.
Apesar da confiança dada à meninada, a tendência é de um sistema defensivo mais reforçado para visitar o arquirrival. Esperando por um jogo físico, a comissão técnica deve optar pelo retorno do volante Thiago Santos, que cumpriu suspensão automática na última rodada. Assim, um dos jovens terá de aguardar no banco de reservas por um chamado no segundo tempo.
Do trio, quem larga em desvantagem é Gabriel Silva. Com apenas 19 anos, o meia trazido do São Caetano viveu o clássico gaúcho de 2021, pela fase classificatória do Brasileirão sub-20, que terminou empatado em 2 a 2, com ele sendo substituído antes mesmo do intervalo. No ano anterior, foi a vez do paranaense Bitello experimentar a rivalidade, mas acabou expulso na segunda etapa de uma derrota por 2 a 1.
Rildo foi quem chegou mais perto de entrar em campo. Depois de ter disputado a final da Copa São Paulo em 2020, vencida pelo Inter nos pênaltis, o ex-são-paulino assistiu do banco de reservas do Beira-Rio ao gol de Pepê que garantiu a vitória do Grêmio de Renato Portaluppi, na fase de grupos da Libertadores do mesmo ano. Agora, com a provável ausência de Ferreira, que se recupera de uma lesão no púbis, deve ganhar sequência como titular e fazer seu primeiro Gre-Nal como profissional.
"Independente de ser o primeiro ou o quinto, Gre-Nal é um jogo diferente. Tu não vive só o dia, mas a semana toda. O pessoal acorda e sai na rua pensando no jogo. Joguei tanto no Grêmio como no Inter e a gente não consegue dormir direito, tem gremistas e colorados na família que ficam nos cobrando. É um jogo de três pontos, como qualquer outro, mas é diferente. É difícil até de explicar", recorda Arilson.
Antes de se firmar como o armador do time de Felipão que conquistou a América, o meia canhoto foi um dos tantos talentos revelados naqueles tempos, no Estádio Olímpico. Aliás, estreou no clássico gaúcho em uma posição um pouco improvável. Em outubro de 1994, ingressou aos 17 minutos do segundo tempo de um Gre-Nal que terminaria empatado em 1 a 1, pelo Brasileirão daquele ano. Ironicamente, improvisado na lateral esquerda, no lugar do mesmo Roger que hoje tem a missão de decidir quais meninos estarão em campo.
"Minha situação era um pouco diferente. Eu estreei como profissional no Esportivo quando tinha 16 anos e, com 18 para 19 anos, vim para a base do Grêmio. Então, quando joguei meu primeiro Gre-Nal, eu já estava mais acostumado. Mas estes jogadores de agora também já estão mais acostumados a viverem grandes jogos na base. Na minha época, isso não era comum. É óbvio que jogar profissional é diferente, mas acredito que não vão tremer. Podem sentir no começo do jogo, mas depois passa o friozinho na barriga", conclui.
#gremio #imortal #tricolor #guris #grenal #disputa
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Com isso, três guris que se destacaram na Arena, no sábado passado, ainda aguardam com expectativa pela definição do time — e para saber se terão a chance de estrear no maior clássico do futebol brasileiro. Crias do CT Hélio Dourado, Bitello, Gabriel Silva e Rildo podem enfrentar o Inter pela primeira vez como profissionais.
"Não sei se todos eles vão jogar, talvez jogue um ou outro. Quem define a escalação é o Roger, mas a gente tem trabalhado psicologicamente todos os jogadores da base para eles jogarem o Gre-Nal, dando força a eles", sinaliza o diretor de futebol Sérgio Vazques.
O dirigente fala com propriedade sobre o lançamento de garotos. Há três décadas, ele foi responsável pelas categorias de base que abasteceram o time bicampeão da Libertadores em 1995. Entre eles, o atual treinador gremista, que foi o lateral-esquerdo do lendário Tricolor comandado por Luiz Felipe Scolari.
"O próprio Roger é um exemplo, porque foi um jogador oriundo da base do Grêmio. E, como treinador, também já enfrentou isso, principalmente no Fluminense, onde lançou vários jovens. Então, estamos dando todo apoio e aqueles que entrarem no Gre-Nal, com certeza, vão começar bem aliviados e com o apoio da diretoria. O Roger passa tranquilidade a eles, fala para fazerem o que sabem fazer de melhor. Lógico que uns sentem mais e outros menos. Isso varia da personalidade de cada um, mas o apoio mental está sendo dado", completa Vazques.
O dirigente fala com propriedade sobre o lançamento de garotos. Há três décadas, ele foi responsável pelas categorias de base que abasteceram o time bicampeão da Libertadores em 1995. Entre eles, o atual treinador gremista, que foi o lateral-esquerdo do lendário Tricolor comandado por Luiz Felipe Scolari.
"O próprio Roger é um exemplo, porque foi um jogador oriundo da base do Grêmio. E, como treinador, também já enfrentou isso, principalmente no Fluminense, onde lançou vários jovens. Então, estamos dando todo apoio e aqueles que entrarem no Gre-Nal, com certeza, vão começar bem aliviados e com o apoio da diretoria. O Roger passa tranquilidade a eles, fala para fazerem o que sabem fazer de melhor. Lógico que uns sentem mais e outros menos. Isso varia da personalidade de cada um, mas o apoio mental está sendo dado", completa Vazques.
Apesar da confiança dada à meninada, a tendência é de um sistema defensivo mais reforçado para visitar o arquirrival. Esperando por um jogo físico, a comissão técnica deve optar pelo retorno do volante Thiago Santos, que cumpriu suspensão automática na última rodada. Assim, um dos jovens terá de aguardar no banco de reservas por um chamado no segundo tempo.
Do trio, quem larga em desvantagem é Gabriel Silva. Com apenas 19 anos, o meia trazido do São Caetano viveu o clássico gaúcho de 2021, pela fase classificatória do Brasileirão sub-20, que terminou empatado em 2 a 2, com ele sendo substituído antes mesmo do intervalo. No ano anterior, foi a vez do paranaense Bitello experimentar a rivalidade, mas acabou expulso na segunda etapa de uma derrota por 2 a 1.
Rildo foi quem chegou mais perto de entrar em campo. Depois de ter disputado a final da Copa São Paulo em 2020, vencida pelo Inter nos pênaltis, o ex-são-paulino assistiu do banco de reservas do Beira-Rio ao gol de Pepê que garantiu a vitória do Grêmio de Renato Portaluppi, na fase de grupos da Libertadores do mesmo ano. Agora, com a provável ausência de Ferreira, que se recupera de uma lesão no púbis, deve ganhar sequência como titular e fazer seu primeiro Gre-Nal como profissional.
"Independente de ser o primeiro ou o quinto, Gre-Nal é um jogo diferente. Tu não vive só o dia, mas a semana toda. O pessoal acorda e sai na rua pensando no jogo. Joguei tanto no Grêmio como no Inter e a gente não consegue dormir direito, tem gremistas e colorados na família que ficam nos cobrando. É um jogo de três pontos, como qualquer outro, mas é diferente. É difícil até de explicar", recorda Arilson.
Antes de se firmar como o armador do time de Felipão que conquistou a América, o meia canhoto foi um dos tantos talentos revelados naqueles tempos, no Estádio Olímpico. Aliás, estreou no clássico gaúcho em uma posição um pouco improvável. Em outubro de 1994, ingressou aos 17 minutos do segundo tempo de um Gre-Nal que terminaria empatado em 1 a 1, pelo Brasileirão daquele ano. Ironicamente, improvisado na lateral esquerda, no lugar do mesmo Roger que hoje tem a missão de decidir quais meninos estarão em campo.
"Minha situação era um pouco diferente. Eu estreei como profissional no Esportivo quando tinha 16 anos e, com 18 para 19 anos, vim para a base do Grêmio. Então, quando joguei meu primeiro Gre-Nal, eu já estava mais acostumado. Mas estes jogadores de agora também já estão mais acostumados a viverem grandes jogos na base. Na minha época, isso não era comum. É óbvio que jogar profissional é diferente, mas acredito que não vão tremer. Podem sentir no começo do jogo, mas depois passa o friozinho na barriga", conclui.
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