Os clubes da Série A do Campeonato Brasileiro decidiram por unanimidade acabar com a regra que limitava o número de trocas de treinadores durante a competição.
A medida foi tomada durante o conselho técnico dos times para a edição de 2022 do torneio. A informação foi divulgada inicialmente pelo jornalista Rodrigo Mattos, do Uol, e confirmada pelo ge.
No encontro, o presidente do Corinthians, Duilio Monteiro Alves, pontuou que a regra não vinha sendo cumprida, já que boa parte das trocas de técnicos estava sendo feita em "comum acordo" para que os clubes não caíssem na regra. A partir disso, os representantes optaram por acabar com a limitação.
De acordo com a norma criada no ano passado, cada clube só poderia demitir técnico uma vez. E cada treinador só poderia pedir demissão uma vez. Quem pedisse a segunda, ficava impedido de treinar na mesma competição. A decisão em "comum acordo" não entrava na regra.
Caso uma equipe demitisse o treinador pela segunda vez, ela só poderia efetivar no cargo um outro profissional que já fosse funcionário do clube com no mínimo seis meses de casa. Por exemplo: um treinador das categorias de base ou um auxiliar fixo.
A tendência é de que a norma também caia na Série B.
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A medida foi tomada durante o conselho técnico dos times para a edição de 2022 do torneio. A informação foi divulgada inicialmente pelo jornalista Rodrigo Mattos, do Uol, e confirmada pelo ge.
No encontro, o presidente do Corinthians, Duilio Monteiro Alves, pontuou que a regra não vinha sendo cumprida, já que boa parte das trocas de técnicos estava sendo feita em "comum acordo" para que os clubes não caíssem na regra. A partir disso, os representantes optaram por acabar com a limitação.
De acordo com a norma criada no ano passado, cada clube só poderia demitir técnico uma vez. E cada treinador só poderia pedir demissão uma vez. Quem pedisse a segunda, ficava impedido de treinar na mesma competição. A decisão em "comum acordo" não entrava na regra.
Caso uma equipe demitisse o treinador pela segunda vez, ela só poderia efetivar no cargo um outro profissional que já fosse funcionário do clube com no mínimo seis meses de casa. Por exemplo: um treinador das categorias de base ou um auxiliar fixo.
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