O Grêmio está próximo de assinar com o zagueiro Bruno Alves, do São Paulo. A negociação entre os dois clubes está sendo debatida, e a tendência é de que o jogador seja anunciado em breve pelo Tricolor gaúcho.
Atuando no clube paulista desde 2017, o atleta de 31 anos perdeu espaço com o técnico argentino Hernán Crespo e também não convenceu Rogério Ceni, sendo colocado na lista de negociáveis. A chegada a Porto Alegre seria uma oportunidade de dar sequência à carreira.
Nascido em Jacareí, Alves seguiu jovem para Santa Catarina e iniciou a sua trajetória no Figueirense. Para complementar sua formação, foi emprestado ao Ribeirão, de Portugal, e passou por alguns clubes no seu retorno ao Brasil antes de voltar ao Orlando Scarpelli.
Em 2013, mais experiente, foi integrado ao grupo do Figueirense e ganhou espaço: foi bicampeão estadual, em 2014 e 2015, e disputou mais de 100 jogos pela equipe, além de ser o capitão em diversas oportunidades e eleito um dos melhores zagueiros do torneio regional em 2016 e 2017.
Foi no Figueirense que Bruno Alves disputou o Campeonato Brasileiro Série B, condição que poderá enfrentar no Grêmio em 2022. As atuações pelo time de Florianópolis despertaram o interesse do São Paulo, que acertou a contratação do defensor durante a temporada 2017. Bruno Alves esteve na mira de outros grandes do país, mas, livre desde a rescisão contratual, o time do Morumbi agiu rápido e aproveitou a oportunidade de mercado.
Seu melhor momento no Tricolor paulista foi justamente quando um de seus técnicos foi Vagner Mancini, atualmente o comandante do Grêmio. Em 2019, o São Paulo demitiu André Jardine após a eliminação na Libertadores. Mancini, então diretor técnico, assumiu o comando do time antes da chegada de Cuca, que se recuperava de um problema de saúde e, depois, deu sequência ao ano na casamata.
No Morumbi, o zagueiro fez 187 partidas em cinco anos, formando dupla ou trio com uma série de zagueiros que passaram pela equipe. Por ser um jogador de imposição física e com vantagem nas bolas aéreas, porém sem a qualidade para a saída de bola desde o campo de defesa, foi pouco utilizado por Crespo e Ceni no São Paulo. Assim, Miranda, Arboleda e Léo tornaram-se as primeiras opções.
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No Morumbi, o zagueiro fez 187 partidas em cinco anos, formando dupla ou trio com uma série de zagueiros que passaram pela equipe. Por ser um jogador de imposição física e com vantagem nas bolas aéreas, porém sem a qualidade para a saída de bola desde o campo de defesa, foi pouco utilizado por Crespo e Ceni no São Paulo. Assim, Miranda, Arboleda e Léo tornaram-se as primeiras opções.
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