Gabriel Chapecó fala sobre parceria com Brenno fora de campo e escalada até a titularidade

Goleiro do Grêmio assumiu a posição quando o amigo e companheiro foi defender a seleção olímpica em Tóquio


Fonte: Gaúcha ZH

Foto: Lucas Uebel/Divulgação Grêmio
Gabriel Chapecó, 21 anos, atuou durante sete anos nos times da base do Grêmio até receber suas primeiras oportunidades na equipe principal. Desde sua estreia, contra o Arágua, pela Sul-Americana, em maio de 2021, já são 21 partidas do novo titular gremista, que aproveitou a chance criada pela ida de Brenno, companheiro desde o sub-16, para a Olimpíada de Tóquio. Chapecó falou sobre a rápida escalada até a titularidade, em entrevista ao Show dos Esportes, da Rádio Gaúcha, nesta quarta-feira (22).



"Foi muito rápido, não imaginava que logo no primeiro ano estaria jogando tudo isso. Aprendi muito com Vanderlei, Júlio César, Paulo Victor, convivendo com eles, o Brenno também, conheço desde o sub-16. Nos treinos, nos ajudamos porque quem ganha é o Grêmio. Estou feliz com tudo isso e com a confiança do professor", comentou o goleiro, falando com carinho do companheiro de posição:


"Somos unidos, ele (Brenno) é um cara que me ajuda muito. Fiquei muito feliz quando ele foi para a seleção, é um irmão que fiz no futebol. Estamos sempre um puxando o outro para cima".


Titular com Felipão, Gabriel Chapecó sofreu 18 gols em 21 jogos. Seus reflexos e envergadura com 1,92 metro de altura fazem ele elencar a saída na bola aérea como principal virtude em campo. Por outro lado, o trabalho com os pés é o fator a ser melhorado.


"Temos muito o que evoluir, não podemos parar nunca", concluiu.


Fora de campo, os desafios da chegada até o time principal começaram ainda em 2012. Com 13 anos, ele foi aprovado em testes na escolinha do Grêmio em Chapecó, veio para treinos em Porto Alegre e conquistou os primeiros espaços junto à base gremista. Cacalo era o diretor do setor no clube à época e foi o responsável por apelidar o goleiro. O atleta relembra as emoções que o faziam pensar em desistir do sonho quando começava a percorrer o longo caminho das categorias de base:


"Sou filho único, nunca tinha ficado longe da mãe. Foi muito difícil mesmo. No primeiro ano tinha vontade de voltar. Não conhecia nada aqui, estava longe da família e de toda vida que tinha em Chapecó".


Gabriel ressalta que o sonho de defender a Seleção Brasileira mexe com ele, mas sabe que o futuro dependerá de tudo o que fizer pelo Tricolor:



"Primeiro quero fazer minha história no Grêmio. Fazendo o nome aqui, vai surgir uma convocação para a Seleção. Seria uma honra representar o país, é o sonho de todo atleta".

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