Foto: Lucas Uebel/Divulgação Grêmio
A adaptação ao Brasil segue sendo apontada como obstáculo para Jaminton Campaz, meia-atacante recém-contratado pelo Grêmio. O colombiano é elogiado pelo empenho, mas a língua e métodos praticados aqui ainda atrapalham a evolução do jogador. Tanto que a diretoria já alinhou com o jogador a contratação de um professor de português para ajudar na compreensão de orientações em treino e convívio em solo brasileiro.
Aos 23 anos, Campaz é o reforço mais caro da história do Grêmio. Ex-Deportes Tolima, da Colômbia, o camisa 7 estreou um dia depois de ser apresentado oficialmente e virou titular na rodada seguinte. Mas já ficou no banco, sem entrar um minuto sequer, em três partidas.
O conceito no dia a dia do Grêmio é que Jaminton Campaz ainda sofre com a mudança. Os relatos feitos nos bastidores indicam que o meia-atacante cumpre horários, se mostra empolgado com a chance de atuar no Brasil, mas em campo ainda tem sido tímido.
A ideia de contratar um professor de português foi apresentada ao meia-atacante no final de semana. Campaz topou e aguarda detalhes burocráticos para iniciar as aulas. O plano é auxiliar o jogador a compreender instruções e outros detalhes da língua portuguesa aplicados ao futebol.
Já há o entendimento de que um profissional pode agregar mais didática ao trabalho já feito informalmente, tal como fez por Miguel Borja, atacante do Grêmio. Borja chegou ao Grêmio semanas antes de Campaz, mas tem experiência no Brasil dos tempos de Palmeiras. O atacante ex-palmeirense hoje é, aolhos da comissão técnica, segundo apurou o UOL Esporte, Campaz ainda não está pronto para atuar. Do ponto de vista tático.
Até aqui, Jaminton Campaz acumula cerca de 30 minutos em campo contra o Flamengo e mais 60 minutos de atuação diante do Corinthians. Na estreia, ele saiu do banco e participou da segunda etapa do jogo de ida das quartas de final da Copa do Brasil. Três dias depois, iniciou duelo válido pelo Campeonato Brasileiro.
Felipão não usou Campaz nos jogos contra Flamengo, duas vezes — pela Copa do Brasil e Brasileirão, e também diante do Ceará. Nas três partidas, o colombiano ficou à disposição no banco de reservas.
O Grêmio desembolsou pouco mais de 3,5 milhões de dólares para contratar Campaz. Diantes antes, o clube fechou com Mathias Villasanti por cerca de R$ 18 milhões e acertou empréstimo de Miguel Borja, então no Palmeiras, por quase R$ 6 milhões.
#gremio #imortal #tricolor #campaz #adaptacao
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O conceito no dia a dia do Grêmio é que Jaminton Campaz ainda sofre com a mudança. Os relatos feitos nos bastidores indicam que o meia-atacante cumpre horários, se mostra empolgado com a chance de atuar no Brasil, mas em campo ainda tem sido tímido.
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Já há o entendimento de que um profissional pode agregar mais didática ao trabalho já feito informalmente, tal como fez por Miguel Borja, atacante do Grêmio. Borja chegou ao Grêmio semanas antes de Campaz, mas tem experiência no Brasil dos tempos de Palmeiras. O atacante ex-palmeirense hoje é, aolhos da comissão técnica, segundo apurou o UOL Esporte, Campaz ainda não está pronto para atuar. Do ponto de vista tático.
Até aqui, Jaminton Campaz acumula cerca de 30 minutos em campo contra o Flamengo e mais 60 minutos de atuação diante do Corinthians. Na estreia, ele saiu do banco e participou da segunda etapa do jogo de ida das quartas de final da Copa do Brasil. Três dias depois, iniciou duelo válido pelo Campeonato Brasileiro.
Felipão não usou Campaz nos jogos contra Flamengo, duas vezes — pela Copa do Brasil e Brasileirão, e também diante do Ceará. Nas três partidas, o colombiano ficou à disposição no banco de reservas.
O Grêmio desembolsou pouco mais de 3,5 milhões de dólares para contratar Campaz. Diantes antes, o clube fechou com Mathias Villasanti por cerca de R$ 18 milhões e acertou empréstimo de Miguel Borja, então no Palmeiras, por quase R$ 6 milhões.
#gremio #imortal #tricolor #campaz #adaptacao
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D.Costa titular e Campaz tem que entrar no decorrer do jogo
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