Foto: Pedro H. Tesch/AGIF
O Grêmio sob comando de Luiz Felipe Scolari reagiu no Campeonato Brasileiro, mas ainda não saiu da zona de rebaixamento. Além de lutar para deixar o fim da tabela, o time encara o Flamengo no domingo (19) com outra missão. Adicionar ao aproveitamento atual com o treinador um novo exemplo de atuação a ser seguida no resto da temporada.
Flamengo e Grêmio jogam no Maracanã às 20h30 (horário de Brasília). A partida, válida pela 21ª rodada, foi centro de disputa acirrada nos bastidores por conta da liminar que liberava presença de público. Um efeito suspensivo derrubou a autorização.
A conta é simples. Sem Felipão, o Grêmio chegou a oito jogos no Brasileirão com míseros dois pontos. Agora, o clube gaúcho acumula 19 pontos e tem chance matemática de sair da zona de rebaixamento pela primeira vez na temporada.
Para escapar dos últimos quatro lugares, o Grêmio precisa vencer o Flamengo e torcer por tropeços de São Paulo ou Bahia, que somam 22 pontos, cada um, neste momento. O time de Hernán Crespo recebe o Atlético-GO, domingo, enquanto o Bahia joga com o Red Bull Bragantino, em Salvador, no sábado.
Com Felipão, o Grêmio já jogou 16 partidas na temporada. Ganhou oito vezes, empatou duas partidas e perdeu seis jogos — somando Copa do Brasil, Campeonato Brasileiro e Copa Sul-Americana. O desempenho é de 54% de aproveitamento.
Em jogos do Brasileirão, são cinco vitórias, dois empates e três derrotas com o Scolari, e o rendimento dá um pequeno salto para 56,6% de aproveitamento —para comparar, o quarto colocado Fortaleza tem hoje 55%, enquanto o Red Bull Bragantino, que está em quinto (com um jogo a menos), apresenta 56,1%.
Mas a despeito dos números, o Grêmio agora procura um novo rumo. Um modelo de jogo a ser citado no dia a dia, diante dos microfones e nos bastidores. Uma atuação que seja referencial para o elenco, do ponto de vista coletivo e também individual.
Até aqui, o Grêmio fez a maioria dos jogos com estratégias pontuais. Da estreia de Felipão em pleno Gre-Nal, que terminou empatado sem gols, até a recente vitória diante do Ceará, em Porto Alegre, com Alisson atuando em função incomum para dar mobilidade ao ataque. O plano para atuar no Maracanã é buscar referência em boas atuações — ou momentos de bons jogos do time, para construir um desempenho sólido. Uma colcha de retalhos de tudo que o Grêmio fez sob as ordens de Scolari até agora.
Ou seja, contra o Flamengo o Grêmio procura a vitória. E algo a mais.
#gremio #imortal #tricolor #felipao #brasileirao
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Com Felipão, o Grêmio já jogou 16 partidas na temporada. Ganhou oito vezes, empatou duas partidas e perdeu seis jogos — somando Copa do Brasil, Campeonato Brasileiro e Copa Sul-Americana. O desempenho é de 54% de aproveitamento.
Em jogos do Brasileirão, são cinco vitórias, dois empates e três derrotas com o Scolari, e o rendimento dá um pequeno salto para 56,6% de aproveitamento —para comparar, o quarto colocado Fortaleza tem hoje 55%, enquanto o Red Bull Bragantino, que está em quinto (com um jogo a menos), apresenta 56,1%.
Mas a despeito dos números, o Grêmio agora procura um novo rumo. Um modelo de jogo a ser citado no dia a dia, diante dos microfones e nos bastidores. Uma atuação que seja referencial para o elenco, do ponto de vista coletivo e também individual.
Até aqui, o Grêmio fez a maioria dos jogos com estratégias pontuais. Da estreia de Felipão em pleno Gre-Nal, que terminou empatado sem gols, até a recente vitória diante do Ceará, em Porto Alegre, com Alisson atuando em função incomum para dar mobilidade ao ataque. O plano para atuar no Maracanã é buscar referência em boas atuações — ou momentos de bons jogos do time, para construir um desempenho sólido. Uma colcha de retalhos de tudo que o Grêmio fez sob as ordens de Scolari até agora.
Ou seja, contra o Flamengo o Grêmio procura a vitória. E algo a mais.
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Comentários
Comentários (1)
Para os desavisados que so sabem criticar e nso veem nsfa de bom, e assim mistrar devagar a arrancada Tricolor sbcis
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